Posts Tagged ‘ajudar’

Como almoços controlados podem te ajudar a perder peso

Receba nossos novos artigos por email gratuitamente. São mais de 300 mil assinantes:

Quando pulamos uma refeição ou comemos muito pouco para tentar emagrecer, o efeito pode acabar sendo contrário ao desejado. Depois disso, geralmente sentimos mais fome. Mais tarde, podemos acabar comendo um pouco mais… ou até muito mais do que comeríamos normalmente.

Mas existe uma forma de emagrecer e não sentir uma fome voraz depois das refeições, o que pode colocar tudo a perder. Um novo estudo indica que se você almoçar comendo porções controladas de alimentos, pode perder até 11 quilos em um ano.

Pesquisadores monitoraram a dieta diária de 17 voluntários. Eles forneceram um buffet para que os participantes pudessem comer o que quisessem no almoço por uma semana.

No almoço das duas semanas seguintes, metade do grupo teve que escolher apenas uma das seis opções disponíveis no buffet, que eram porções controladas de alimentos, como um prato de macarrão ou de sopa. Eles foram liberados para comer o quanto quisessem nas outras refeições. A outra metade dos participantes do estudo continuaram a comer o que e quanto quisessem do buffet em todas as refeições.

O estudo mostrou que os participantes que comeram porções controladas nos almoços consumiram 250 calorias a menos por dia, e perderam uma média de meio quilo durante as duas semanas.

Ou seja, comer porções controladas nas refeições é uma maneira simples e de baixo custo para reduzir o número de calorias. Em um ano, essa dieta resultaria na perda de pelo menos 11 quilos.

Se você não conseguir comer porções controladas em todos os almoços, fazer isso em alguns dias da semana já ajuda a reduzir o ganho de massa. [LiveScience]

View the original article here

share save 171 16 Como almoços controlados podem te ajudar a perder peso
 

Há vida inteligente fora da Terra? Os golfinhos podem ajudar a responder

Receba nossos novos artigos por email gratuitamente. São mais de 300 mil assinantes:

Os dicionários definem inteligência, basicamente, como a capacidade de aprender. Mas e quando falamos de vida inteligente fora da Terra? Será que esse conceito se aplica a extraterrestres? E aos animais? Um golfinho, por exemplo, não pode ser considerado inteligente? A agência americana SETI, especializada em procurar vestígios de vida fora do nosso planeta, resolveu tentar responder essas questões.

Uma das questões básicas, segundo os cientistas, é justamente definir o que se considera inteligência. Embora a definição simplista de “capacidade de aprender” predomine, há quem diga que é necessário mais; um ser inteligente deve aprender, fazer relações e tirar conclusões, analisar ideias complexas e resolver problemas. A faceta prática dessas ideias é o que se chama “tecnologia”: aplicar as ideias materialmente. Logo, segundo essa definição, achar vida inteligente fora do planeta significa encontrar seres que possuam e apliquem tecnologia.

Um conceito psicológico de inteligência, segundo pesquisadores da Universidade de Oxford, é mais “humanizado”. Não se trata apenas de saber produzir tecnologia, porque é preciso mais do que um cérebro para isso. Os golfinhos, por exemplo, podem ser considerados inteligentes, mas não podem produzir tecnologia porque não têm braços para isso (em uma definição mais prosaica, não têm o polegar opositor).

Alguns animais, e os golfinhos são o exemplo mais recorrente, têm exatamente o que a Universidade de Oxford define como inteligência. Para eles, um ser inteligente reúne três condições básicas: ideia de altruísmo (basicamente, reciprocidade nas atitudes, noções de causa e efeito na relação com seus semelhantes), “política” (noções de agrupamentos, divisões e lideranças) e empatia (a grosso modo, capacidade de ter e interpretar emoções, a sua e dos demais). Em sociedades no reino animal, tais habilidades são frequentemente demonstradas.

O que chama atenção dos pesquisadores quanto a golfinhos, no quesito inteligência, é a comunicação. Testes no passado já comprovaram que golfinhos são capazes de compreender e interpretar cerca de 50 comandos dados em inglês. Nós, humanos, por outro lado, não fazemos a mínima ideia do que significa a “linguagem” de ondas com a qual os golfinhos se localizam e se comunicam. Mas este conceito de linguagem também é discutível, segundo os cientistas.

O que os pesquisadores esperam, portanto, é fazer uma ponte entre a nossa comunicação e a dos golfinhos. De acordo com uma técnica aceita pelo SETI, chamada de “teoria da informação”, toda comunicação pode ser simplificada, visual ou auditivamente, a uma espécie de logaritmo de bits (algo como a linguagem do 0 e 1) da computação.

No cérebro humano, segundo essa tese, há um padrão unificado que permite o aprendizado de linguagens, e animais como o golfinho dispõem exatamente do mesmo recurso. Assim como nós, eles têm a capacidade de organizar informações soltas e fazê-las ter sentido para eles. Sabem também aplicá-las segundo suas necessidades, que no caso dos golfinhos é se comunicar à distância debaixo da água.

Como isso poderia ajudar a achar extraterrestres?

Essa teoria assume que humanos e golfinhos, no fundo, teriam um mesmo padrão de comunicação, que apenas se manifesta de maneiras diferentes. Assumindo isso como uma possibilidade, cientistas do Instituto Tecnológico da Geórgia (EUA) estão se dedicando a uma missão inusitada: construir um tradutor de “golfinhês” para uma linguagem conhecida pelos humanos. Os primeiros testes reais com essa máquina, que já está em desenvolvimento, são previstos para 2012.

A ideia, na teoria, é simples. Analisar ações e reações dos golfinhos, gravando os sons que eles emitem, e tentar converter a comunicação para um padrão mensurável por computador. O passo seguinte, nessa tarefa, seria mensurar a linguagem humana sob estes moldes e tentar unificar ambas as linguagens sob esse padrão (não se trata de “humanizar” os golfinhos, apenas decodificar a linguagem).

O princípio básico da teoria, formulada pelo SETI, afirma que tal habilidade de comunicação é o que caracteriza inteligência. Na busca por vida inteligente fora da Terra, seria possível usar esse padrão para rastrear vestígios de comunicação universo afora. É claro que isso depende de muitas variáveis, mas os cientistas imaginam algo como um sensor colossal que capte sinais de comunicação pela galáxia, como se fosse uma antena de rádio.

O problema (antes mesmo de pensar em quão difícil será decodificar a linguagem dos golfinhos através de um computador, transformar isso em um código que sirva para tradução humana e construir um sensor que capte essas transmissões no espaço), a princípio, é paradoxal.

Se o universo é realmente cheio de relações sociais e comunicações, como no mundo dos golfinhos, mas tais formas de vida espaciais não podem produzir tecnologia, como os golfinhos, estamos no escuro. As vidas inteligentes podem estar por aí, espalhadas no espaço, mas não seremos capazes de detectar. [LiveScience]

View the original article here

share save 171 16 Há vida inteligente fora da Terra? Os golfinhos podem ajudar a responder
 

Óculos biônicos podem ajudar pessoas com deficiência visual

Receba nossos novos artigos por email gratuitamente. São mais de 300 mil assinantes:

Tecnologias encontradas em smartphones e consoles de jogos estão sendo utilizadas para uma finalidade nobre: fazer com que pessoas que perderam parcialmente a visão enxerguem melhor. Tudo isso para criar um óculos biônico, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Oxford. Com ele, pessoas com deficiência visual não dependerão de cães guias.

Os óculos hi-tech contêm detectores de posições, possibilitam reconhecimento facial e tem um software de rastreamento que permite ao usuário distinguir os objetos na frente dele. Os óculos não servem para qualquer tipo de cegueira, apenas em casos comuns que não acabam com a visão em sua totalidade, como problemas visuais relacionados à degeneração macular – que vem com a idade – e a retinopatia diabética.

Esses problemas de visão permitem que a pessoa reconheça a própria mão se movendo em sua frente, mas não identificam os dedos com precisão. Com os óculos, pessoas com deficiência visual podem se tornar mais independentes, identificando o ambiente por elas mesmas.

Os óculos funcionam através do uso de câmeras de vídeos nas laterais que capturam as imagens para os lados em que estão sendo direcionadas, enquanto um display LED embutido nas lentes dá informações sobre os objetos, pessoas ou qualquer obstáculo que esteja à vista.

O display emite diferentes luzes dependendo dos tipos de informações coletadas. Por exemplo, diferentes cores distinguem pessoas de objetos. O ajuste de brilho pode facilitar a identificação dos objetos.

Os óculos devem ser discretos, para integrar o deficiente bem na sociedade, e apresentar uma imagem simplificada para as pessoas com baixa visão. Embora eles ainda estejam em fase de desenvolvimento, estima-se que serão vendidos por pouco mais de mil reais, enquanto um cão guia custa entre 55 e 66 mil reais.[Telegraph]

Stephanie D’Ornelas é estudante de jornalismo, adora um café e um bom livro. Se interessa por cultura e gosta de saber o que está rolando na política e na sociedade. Também escreve para o Jornal Comunicação da UFPR.

@stehdornelas stephanie@hiperciencia.com Site

View the original article here

share save 171 16 Óculos biônicos podem ajudar pessoas com deficiência visual
 

Mini reator nuclear pode ajudar a colonizar Marte e lua

Receba nossos novos artigos por email gratuitamente. São mais de 300 mil assinantes:

Nós não vamos viver em Marte ou na lua tão cedo, mas os cientistas acabaram de superar um grande obstáculo para a habitação interestelar: eletricidade.

Cientistas projetaram uma usina nuclear do tamanho de uma mala que pode alimentar até oito casas de tamanho normal. Graças ao seu tamanho e durabilidade, a planta pode fornecer energia de cisão não só na Terra, mas na lua, em Marte ou em qualquer outro lugar que a NASA requerer um gerador de energia.

“Enquanto a maioria das usinas nucleares geram centenas ou milhares de megawatts de eletricidade, este gerador portátil cria apenas 40 quilowatts. Este pequeno tamanho é ideal para o tipo de condições vistas no espaço”, disse James Werner, principal pesquisador do projeto.

O gerador é mais flexível e pode ser colocado em crateras ou cavernas de planetas desabitados, por exemplo. Também é exponencialmente menos pesado do que o padrão de usinas nucleares, o que é essencial para um gerador funcionar adequadamente no espaço.

A NASA previu várias aplicações potenciais para as novas “usinas”. Elas poderiam gerar energia de oxigênio ou hidrogênio. Também poderiam servir como dispositivos de carregamento para qualquer veículo elétrico, tripulado ou não.

Atualmente, os astronautas usam células solares, que convertem luz em energia. No entanto, fontes de luz podem não ser consistentes ou confiáveis no espaço sideral. Esta usina de energia nuclear poderia gerar um fornecimento de eletricidade maior, e muito mais confiável.

Aqui na Terra, a energia nuclear é controversa, graças a vários acidentes que levaram a desastres catastróficos, como Chernobyl. No entanto, esses incidentes não constituiriam uma ameaça aos astronautas usando esse reator portátil.

“Não haveria perigo de colapso. Por causa do nível de potência baixo, é muito seguro. Qualquer situação onde o poder falha, o reator em si apenas desligaria”, afirma Werner.

A equipe planeja construir uma unidade de demonstração física para a planta e testar as suas capacidades no próximo ano.

Embora a NASA tenha terminado seu programa de ônibus espaciais, Werner não está preocupado que isso afete o programa, salientando que a usina usaria um veículo de lançamento totalmente diferente. Ele está confiante de que, uma vez que a planta estiver completa, a NASA deve permitir que a equipe a envie para o espaço para ver o que acontece.[MSN]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é estudante de jornalismo, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

@natromanzoti nat@hiperciencia.com Site

View the original article here

share save 171 16 Mini reator nuclear pode ajudar a colonizar Marte e lua
 

Células de gordura podem ajudar cabelo a crescer

Receba nossos novos artigos por email gratuitamente. São mais de 300 mil assinantes:

Pesquisadores da Universidade Yale, EUA, descobriram que células de gordura na pele podem ser uma fonte de produtos químicos necessários para fazer o cabelo crescer.

Experiências com ratos sugerem que células-tronco de pelos são controladas por gordura. A injeção de um tipo de célula de gordura estimulou o crescimento de pelos em camundongos que de outra forma tinham dificuldade em crescê-los.

Os cientistas disseram que houve um aumento de quatro vezes no número de células “precursoras” de gordura na pele em torno de um folículo piloso quando ele começou a crescer.

Analisando ratos com defeito, que não podiam produzir essas células de gordura, eles descobriram que o pelo normalmente cresce em ciclos, mas nos ratos com defeito os folículos ficavam “presos” na fase latente do ciclo.

Assim, os cientistas injetaram células de gordura de ratos saudáveis em ratos com defeito e, duas semanas depois, folículos pilosos tinham começado a crescer neles.

As células de gordura precursoras estavam produzindo uma substância química – um fator de crescimento derivado de plaquetas – a 100 vezes o nível de células vizinhas.

Injetar o fator de crescimento na pele de ratos com defeito foio pontapé inicial de crescimento em 86% dos folículos.

Os pesquisadores vão continuar procurando outros produtos químicos que podem estar envolvidos no processo. Segundo a equipe, um dia, pode ser possível usar as descobertas para reverter a calvície humana.

No entanto, eles não sabem se os mesmos processos químicos ocorrem em seres humanos. Estudos anteriores mostraram que partes carecas do couro cabeludo de um ser humano tinham o mesmo número de células-tronco do que áreas com cabelo.

“Se conseguirmos com que essas células de gordura na pele ‘conversem’ com as células-tronco adormecidas na base dos folículos pilosos, poderíamos ser capazes de fazer o cabelo crescer novamente”, disse Valerie Horsley.[BBC]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é estudante de jornalismo, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

@natromanzoti nat@hiperciencia.com Site

View the original article here

share save 171 16 Células de gordura podem ajudar cabelo a crescer
 

Bactérias probióticas podem ajudar no tratamento da depressão

Receba nossos novos artigos por email gratuitamente. São mais de 300 mil assinantes:

Quem diria que as bactérias presentes no seu intestino poderiam influenciar diretamente na sua felicidade e bem-estar? Cientistas acabaram de descobrir uma ligação entre estas bactérias e a depressão no cérebro de ratos. Em breve, o mesmo pode acontecer com seres humanos.

A descoberta pode motivar o desenvolvimento de novas maneiras de controlar a depressão, a ansiedade e outros distúrbios psicológicos. Apesar dos ratos servirem bem como modelos para a compreensão de aspectos do cérebro humano, os pesquisadores lembram que os resultados precisam ser replicados antes de conclusões antecipadas serem tiradas.

O novo estudo chega na hora em que pesquisadores começam cada vez mais a suspeitar que o intestino está de alguma forma ligado ao cérebro. Por exemplo, muitos dos distúrbios intestinais podem estar ligados ao estresse ou a transtornos psiquiátricos, como ansiedade e depressão.

No novo experimento, os cientistas testaram ratos, alimentando-os com um caldo contendo Lactobacillus rhamnosus JB-1. Esta espécie vive naturalmente em nosso intestino e os cientistas estão explorando se cepas desta bactéria podem ser usadas como “probióticos” para melhorar a nossa saúde.

Eles descobriram que os roedores com a bactéria apresentaram comportamento menos relacionado com estresse, ansiedade e depressão do que os ratos alimentados com caldos simples. Eles também apresentaram níveis significativamente mais baixos do hormônio do estresse, a corticosterona, em resposta a situações estressantes como labirintos.

O neurocientista John Cryan garante que isso abre possibilidade para desenvolver terapias que tratam transtornos psiquiátricos visando o intestino. Num futuro próximo, você poderá tomar um iogurte com probiótico no lugar de um antidepressivo.

Os pesquisadores planejam estudos subsequentes que desvendem se o intestino pode afetar outras substâncias químicas do cérebro que têm sido relacionados com humor, como a serotonina e dopamina. [LiveScience]

View the original article here

share save 171 16 Bactérias probióticas podem ajudar no tratamento da depressão
 

Diálogo entre casal pode ajudar na memória de ambos

Receba nossos novos artigos por email gratuitamente. São mais de 300 mil assinantes:

Não há mais motivo para pânico quando seu parceiro solta a famigerada frase: “Precisamos conversar”. Mas vocês precisam mesmo.

Um novo estudo está entre os primeiros a relatar que parceiros sociais podem ajudar na memória uns dos outros. Ou seja, talvez seu companheiro ou sua companheira não quer apenas discutir a relação, ele ou ela também quer ajudar na saúde de seu cérebro.

Os pesquisadores descobriram que os cônjuges confiam uns nos outros como auxiliares de memória externa. No entanto, a eficácia dessa estratégia depende de quão confiável é a memória do parceiro – o que significa, consequentemente, que a confiança cai com a idade para a maioria das pessoas, junto com a eficiência da memória do cônjuge.

De fato, o estudo também constatou que a colaboração em casais com mais de 70 anos de idade parece ser bem menos eficaz que nos casais de meia-idade.

A pesquisadora-líder do estudo, Jennifer Margrett, explica que a memória funciona com associações e ligações que seu cérebro faz até que chegue ao objeto que se desejava. Se você, no entanto, tem um parceiro que vive interrompendo a linha de raciocínio estabelecido pelo seu cérebro, ele pode definitivamente interferir na sua memória. Duas cabeças, portanto, nem sempre pensam melhor do que uma, e um exemplo são os casais mais velhos.

A pesquisa foi realizada com 14 casais do estado de Iowa (EUA): três casais mais jovens (idade média de 35), sendo cinco de meia-idade (na faixa de 52) e os outros seis casais mais velhos (com uma idade média de 73). Todos os participantes foram convidados a preencher uma variedade de tarefas de memória através de um jogo de tabuleiro, que incentiva a interação verbal entre os jogadores sobre tarefas da vida real.

Para cada “dia” virtual no jogo, os participantes foram convidados a realizar dez diferentes tarefas, como tomar remédios na hora do café da manhã e abastecer o carro. Os pesquisadores então monitoraram a performance dos casais a fim de determinar se parceiros tentaram ajudar uns aos outros na execução das tarefas, e o impacto que a colaboração teve na memória do parceiro.

Embora este estudo tenha examinado especificamente casais, Margrett diz que a pesquisa pode abranger outras pessoas que colaboram nas tarefas de memória prospectiva no dia a dia. A ideia é expandir esses resultados para as demais interações inter-pessoais, para ver como podemos ajudar pessoas no contexto tanto de envelhecimento cognitivo normal quanto em situações mais complicadas como casos de perda de memória e potencialmente demência. [ScienceDaily]

View the original article here

share save 171 16 Diálogo entre casal pode ajudar na memória de ambos
 

Como almoços controlados podem te ajudar a perder peso

Receba nossos novos artigos por email gratuitamente. São mais de 300 mil assinantes:

Quando pulamos uma refeição ou comemos muito pouco para tentar emagrecer, o efeito pode acabar sendo contrário ao desejado. Depois disso, geralmente sentimos mais fome. Mais tarde, podemos acabar comendo um pouco mais… ou até muito mais do que comeríamos normalmente.

Mas existe uma forma de emagrecer e não sentir uma fome voraz depois das refeições, o que pode colocar tudo a perder. Um novo estudo indica que se você almoçar comendo porções controladas de alimentos, pode perder até 11 quilos em um ano.

Pesquisadores monitoraram a dieta diária de 17 voluntários. Eles forneceram um buffet para que os participantes pudessem comer o que quisessem no almoço por uma semana.

No almoço das duas semanas seguintes, metade do grupo teve que escolher apenas uma das seis opções disponíveis no buffet, que eram porções controladas de alimentos, como um prato de macarrão ou de sopa. Eles foram liberados para comer o quanto quisessem nas outras refeições. A outra metade dos participantes do estudo continuaram a comer o que e quanto quisessem do buffet em todas as refeições.

O estudo mostrou que os participantes que comeram porções controladas nos almoços consumiram 250 calorias a menos por dia, e perderam uma média de meio quilo durante as duas semanas.

Ou seja, comer porções controladas nas refeições é uma maneira simples e de baixo custo para reduzir o número de calorias. Em um ano, essa dieta resultaria na perda de pelo menos 11 quilos.

Se você não conseguir comer porções controladas em todos os almoços, fazer isso em alguns dias da semana já ajuda a reduzir o ganho de massa. [LiveScience]

View the original article here

share save 171 16 Como almoços controlados podem te ajudar a perder peso
 

Como um amigo pode lhe ajudar a perder peso

Receba nossos novos artigos por email gratuitamente. São mais de 300 mil assinantes:

Perder peso não é fácil – grande novidade. São necessários empenho, determinação, e comprometimento para percorrer um caminho tão longo que dá vontade desistir antes de alcançar o objetivo (ou perdê-lo).

E o que você possui que mais combina com comprometimento, empenho e longa jornada? Uma boa amizade. Com um amigo próximo, em quem você pode confiar, lhe apoiando, é bem mais provável que você consiga atingir a meta de se livrar de uns quilinhos.

Escolha alguém com que você fica confortável, alguém com que você possa contar quando mais precisar, alguém com que você possa compartilhar suas conquistas, e use esse amigo em sua busca pela perda de peso. De que forma?

Ligue imediatamente para ele quando seus desejos de comer estiverem explodindo. Quando você estiver com um desejo insaciável de correr para a padaria mais próxima, pegue o telefone e disque para seu amigo para que ele lhe convença em comer uma fruta ao invés disso.

Dividam receitas saudáveis, dicas de musculação, DVDs de ginástica e revistas de saúde. O tédio pode levá-lo para longe da sua meta, assim procure ter novas ideias de refeições, exercícios, e ouça muita música com seu amigo de dieta.

Se exercitem juntos. Estabeleçam datas de exercício por semana. O tempo vai passar muito mais rápido se vocês conversarem o tempo todo, e quando vocês definirem os treinos em sua agenda, verão resultados mais rápidos. Assim, também é menos provável que você perca um dia de treino, já que sabe que seu amigo estará lhe esperando.

Criem metas em conjunto. Não importa se ambos querem perder cinco quilos ou estão treinando para uma maratona, ter alguém para compartilhar seus objetivos ajuda a persegui-los e alcançá-los. E uma vez que vocês conseguirem, poderão comemorar juntos.

E, finalmente, mande um e-mail para seu amigo todas as noites, contando o que você comeu naquele dia. Isso lhe manterá mais responsável (por saber que um outro par de olhos está de olho em você).[FitSugar]

LEIA TAMBÉM NOSSAS 5 DICAS PARA EMAGRECER

Natasha Romanzoti tem 21 anos, é estudante de jornalismo, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

@natromanzoti nat@hiperciencia.com Site

View the original article here

share save 171 16 Como um amigo pode lhe ajudar a perder peso
 

Mergulho pode ajudar paralíticos a recuperar sensações perdidas

Receba nossos novos artigos por email gratuitamente. São mais de 300 mil assinantes:

Durante uma aula de educação física na sexta série, em 1999, Cody Unser foi admitida no hospital e diagnosticada com uma doença da coluna vertebral chamada mielite transversa (MT).

No dia seguinte, ela não conseguia mais andar. Paralisada e numa cadeira de rodas, mas energizada na sua missão de entender a MT e encontrar uma cura para a paralisia, Cody fundou a “Cody Unser First Step Foundation”, uma organização que ajuda pessoas com a mesma condição.

Dois anos mais tarde, por insistência de sua família, ela viajou para Cozumel, no México, para se tornar certificada em PADI (Professional Association of Diving Instructors, associação de instrutores de mergulho reconhecida internacionalmente).

A sensação perdida de sua perna reapareceu; o esporte tomou seu espírito de uma forma que nada mais havia conseguido. Desde essa viagem, Cody se dedica a compartilhar os benefícios físicos e mentais da atividade de mergulho. Através de sua organização, ela é responsável por certificar mais de 100 veteranos de guerra.

E todos esses benefícios, tem algum fundo cientifico? Cody também está ajudando a patrocinar uma pesquisa sobre os efeitos curativos do mergulho em pessoas paralisadas.

De 5 a 12 de maio de 2011, a Fundação de Cody, em parceria com pesquisadores da Universidade Johns Hopkins e o Centro Internacional de Lesão Medular (ICSCI) do Instituto Kennedy Krieger ensinaram mergulho a veteranos paralisados usando instrutores de mergulho do PADI.

Um grupo de 30 pessoas – nove veteranos paralisados, instrutores de mergulho adaptativo, voluntários e funcionários da Fundação reuniram-se nas águas belas das ilhas Caiman. A ideia era não só certificar os veteranos, mas também estudar os efeitos do mergulho no corpo paralisado.

Cody já adianta que a sensação de mergulhar é maravilhosa para um paralítico. Ela repete uma citação de Jacques Cousteau: “Do nascimento, o homem carrega o peso da gravidade em seus ombros. É aparafusado a terra. Mas homem só tem que afundar embaixo da superfície e estará livre”.

Segundo ela, para o corpo paralisado, a sensação de liberdade é multiplicada por um milhão, já que não só desbloqueia os parafusos com a terra, mas também os parafusos que travam o corpo à cadeira de rodas.

A equipe de pesquisa quer explorar a ciência e a teoria técnica de mergulho para entender as redes psicológicas e neurológicas nos órgãos que estão paralisados quando as pessoas mergulham.

Cody fica muito feliz em poder colocar o mergulho como uma opção terapêutica para pessoas com deficiência. Ela acha que a atividade pode mudar a vida de muitos; só resta esperar para ver que tipo de resultado o estudo vai trazer.[ScubaDiving]

Natasha Romanzoti tem 21 anos, é estudante de jornalismo, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

@natromanzoti nat@hiperciencia.com Site

View the original article here

share save 171 16 Mergulho pode ajudar paralíticos a recuperar sensações perdidas