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Os 8 maiores tufões do mundo

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O tufão Roke foi o segundo a atingir o Japão em novembro. A tempestade era equivalente a um furacão de categoria 4 na escala Saffir-Simpson – a maior é a 5 –, mas não chegou perto de estar entre os maiores e mais maldosos tufões.

“Tufão” é o termo usado para fortes tempestades que se formam no oeste do Pacífico e sudeste do Oceano Índico, enquanto “furacão” refere-se às tempestades que começam no Atlântico, Caribe e nordeste do Pacífico.

Tufões que giram no sentido anti-horário se formam no hemisfério norte, enquanto os que giram no sentido horário, se formam no hemisfério sul.

Normalmente eles são destruidores. Aqui estão oito tufões dos maiores, mais fortes e de maior duração do mundo:

Tufão Nancy foi formado em 12 de setembro de 1961, na região noroeste do Pacífico. Nancy teve, possivelmente, os ventos mais fortes já medidos em um ciclone tropical (tempestades tropicais, furacões e tufões). Estima-se que os ventos de Nancy atingiram 343 km/h, tornando a tormenta de categoria 5 um super-tufão.

No entanto, as medidas tiradas há muito tempo hoje acredita-se que podem estar erradas; um pouco altas demais. Tufões extremamente fortes chegaram a velocidades de no máximo 306 km/h, o segundo maior já registrado.

Nancy causou grande devastação em todo o Japão; 191 pessoas morreram.

O Tufão Megi aterrisou no dia 18 de outubro de 2010 nas Filipinas, e foi um dos mais fortes tufões já registrados. Abrangendo mais de 600 km, a tempestade criou mega-ventos de 287 km/h.

Megi tornou-se um super-tufão quando a velocidade do vento chegou a sua 241 km/h – isto é o que designa um super-tufão no noroeste do Pacífico. Um ciclone tropical deve atingir ventos de pelo menos 119 km/h a fim de ser considerado um tufão.

Megi matou 69 pessoas nas Filipinas e no Taiwan.

Um dos tufões mais mortais do mundo, Vera despencou no Japão em setembro de 1959, matando 5.098 pessoas e ferindo mais de 40 mil.

Muito dos danos causados por Vera não vieram de seus ventos fortes de até 305 km/h, mas de graves inundações. A tempestade destruiu barreiras do mar, afundou lavouras e interrompeu estradas e ferrovias. Cerca de 1,5 milhões de pessoas ficaram desabrigadas após o tufão, e grandes surtos de disenteria, gangrena e tétano se seguiram.

A devastação causada por Vera exigiu a construção do Sistema de Radar Monte Fuji para antecipar grandes tempestades no futuro.

O super-tufão Sarah, que atingiu um pico de 310 km/h, desembarcou no sul da Coréia do Sul em 17 de setembro de 1959. Os ventos fortes e chuvas de Sarah causaram seis mortes, destruíram 6 mil casas e arruinaram milhões de dólares em plantações.

Porém, ao longo do país, as inundações extremas mataram 669 pessoas e deixaram 782.126 desabrigadas. O Japão também foi atingido com as inundações que mataram 24 pessoas, com milhares de casas destruídas ou danificadas.

Em setembro de 1983, no Oceano Pacífico, o super-tufão Forrest foi desenvolvido. Foi o ciclone tropical de mais rápido surgimento, com uma queda de pressão de 100 milibares, em um período de 24 horas (uma queda bastante rápida chega a 1 milibar por hora).

Forrest atingiu o Japão como uma tempestade tropical no dia 28 de setembro com ventos de até 137 km/h. Cerxca de 483 mm de chuva caíram em todo o Japão, danificando 46 mil casas. No geral, a tempestade causou 21 mortes e danos moderados.

John foi o ciclone tropical de maior duração e que atingiu as maiores distâncias já observadas. Formado durante o forte El Niño de 1991 a 1994, John atingiu seu pico como um furacão de Categoria 5.

Durante sua vida, John percorreu 13.280 km, do Pacífico Oriental até o Pacífico Ocidental e de volta para o Pacífico Central, com duração de 31 dias no total. Porque existiu no leste e no oeste do Pacífico, John era um amontoado de um pequeno número de ciclones tropicais, designado tanto como furacão, quanto tufão.

John permaneceu na maior parte do tempo sobre o oceano e causou apenas danos pequenos no Havaí.

Distinto pela sua temperatura, o tufão Nora ficou conhecido por ter o mais quente dos olhos de qualquer ciclone tropical, 30° C.

Nora tornou-se um supertufão, com ventos de até 298 km/h. Mas enfraqueceu quando atingiu o sudeste da China no dia 10 de outubro de 1973. O tufão causou 18 mortes e mais de R$ 4,2 milhões em danos.

O tufão Tip se formou no noroeste do Oceano Pacífico em outubro de 1979 e foi o ciclone tropical maior e mais intenso já visto. O diâmetro das tempestades atingiu 2.220 km, quase metade do tamanho dos Estados Unidos.

A tempestade tinha uma pressão medida em 870 milibares (o normal é de 1.013 milibares) e ventos de superfície sustentados em 306 km/h. Tip matou 86 pessoas em todo o Japão.

Também foi um dos ciclones tropicais mais vigiados. A Força Aérea dos EUA enviou 60 missões para o tufão.

Apesar de seu currículo impressionante e mortal, o nome Tip não foi aposentado e foi reutilizado em 1989. [OurAmazingPlanet]

Patricia Herman é aspirante a jornalista, tem 21 anos e adora ler, principalmente poemas e a filosofia alemã do século XIX. Tem um único grande vício: música.

@patiherman patricia@hiperciencia.com Site

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China: a ovelha mais cara do mundo custa mais do que 4 milhões de reais

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Todo esse boom econômico da China está a tornando mais estranha a cada dia que passa. Para começar, os ricos do país estão pagando milhões de dólares por ovinos.

Por ovelhas da raça Dolan, para ser exato. Uma raça rara que, de acordo com seus criadores, tem muitas características especiais que a tornam o item mais recente de colecionador para os empresários milionários da China.

Elas têm um nariz curvo característico, longas orelhas caídas e caudas gêmeas, mas o que realmente as torna especiais é que existem apenas cerca de 1.000 delas no mundo.

As Dolan foram originalmente criadas a partir de ovelhas em Kashgar, no noroeste da China, onde crescem mais rapidamente e rendem mais carne.

Desde então, a raça se tornou puramente ornamental. Ela atinge a maturidade e pesa mais de 90 quilos em apenas seis meses, mas ninguém está pensando em sacrificá-las por comida.

De acordo com criadores de ovelhas Dolan, os chineses ricos vêm em limousines de luxo, pagam quantias ridículas de dinheiro para animais de pedigree, as colocam no banco de trás e vão embora.

A maioria deles são uigures muçulmanos, que fizeram fortunas no negócio de ovelhas e agora estão interessados em ter uma Dolan como animal de estimação.

O preço é definido de acordo com as características de cada ovelha. “Quanto mais escuro o pelo, melhor. Quanto maior os ouvidos, melhor. Quanto mais curvo o rosto, melhor, como o bico de uma águia. As melhores têm um corpo escuro e uma cauda branca”, diz Liu, um criador de ovelhas de Aksu.

A raça é tão cara que os criadores muitas vezes fazem parcerias para poder comprar um único exemplar e depois dividir o custo da reprodução. A dose de sêmen da melhor ovelha Dolan pode custar até 300 mil yuans (cerca de 88 mil reais).

A ovelha Dolan mais cara do mundo é um macho de seis anos de idade, pertencente a Abdul Majid Reyim, um reprodutor em Kashgar. Ele afirma que recebeu uma oferta de 14 milhões de yuans (4,17 milhões de reais) por ela, mas recusou.

Considerando que ele é o avô de todas as ovelhas mais valorizadas da área pelas quais as pessoas estão pagando-lhe montantes ultrajantes, ele provavelmente está certo em não vender.

De acordo com Liu, o preço das ovelhas Dolan tem subido nos últimos anos; ele mesmo comprou duas em 2009 por 25 mil yuan (7 mil reais), e no ano seguinte o preço já estava no valor de 250 mil yuan (73 mil reais).[OddityCentral]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é estudante de jornalismo, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

@natromanzoti nat@hiperciencia.com Site

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Telescópio mais complexo do mundo tira sua primeira foto

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Depois de anos de planejamento, construção e montagem, um observatório gigantesco, considerado como a matriz de telescópios terrestres mais complexa do mundo, abriu seus olhos na América do Sul e capturou sua primeira imagem.

O ALMA, sigla do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array, agora está oficialmente aberto no alto dos Andes chilenos. O enorme rádio telescópio de R$ 2,5 bilhões, uma colaboração de muitas nações e instituições, deve ajudar os astrônomos a explorar alguns dos objetos mais frios e distantes no universo.

Os cientistas foram a um dos locais mais extremos na Terra para construir o maior conjunto de telescópios de ondas milímetros e submilímetros, com um incrível nível de sofisticação técnica.

Para marcar o grande momento, os cientistas lançaram a primeira imagem tirada pelo ALMA. Ela mostra as galáxias Antena, um par de galáxias espirais encontradas a cerca de 70 milhões de anos-luz de distância, na constelação de Corvus.

As duas galáxias foram capturadas em duas faixas de comprimento de onda diferentes durante a fase de testes do observatório. As imagens no futuro serão ainda mais nítidas, quando as outras antenas forem acionadas.

O ALMA é um complexo de telescópios de rádio com 12 metros, elevados a uma altitude de 5 mil metros, no planalto Chajnantor no norte do Chile. Cada uma dessas antenas individuais captura a luz na faixa de milímetros e submilímetros – cerca de mil vezes mais do que o comprimento de onda da luz visível.

A observação desses longos comprimentos de onda permite que o ALMA detecte objetos extremamente frios, como as nuvens de gás a partir das quais as estrelas e os planetas se formam. O observatório deverá também ser capaz de capturar objetos muito distantes, abrindo uma nova janela no universo.

Os telescópios individuais de ALMA estão espalhados ao longo de distâncias consideráveis, mas eles vão trabalhar como uma equipe. Um supercomputador trabalhando em 17 quatrilhões de operações por segundo reunirá observações de cada antena, formando uma grande exibição.

Atualmente, a matriz abriga 19 telescópios individuais, embora 66 devam funcionar até 2013. O obsrvatório acabará com cerca de 18 quilômetros de largura.

Ainda assim, quase 20 antenas de rádio enormes são o suficiente para começar a observar o universo. ALMA só começou a fazer isso semana passada.

O observatório pode assumir 100 projetos, então muita ciência pode ser feita nos próximos nove meses.

Com a observação das ondas milimétricas e submilimétricas, os cientistas podem analisar a formação de planetas, investigar a astroquímica e detectar a luz que chega a nós desde as primeiras galáxias do universo. Os primeiros projetos irão testar as capacidades do telescópio em todos estes campos e muitos, muitos mais.

A construção do ALMA continuará durante a fase de início das observações. Mas as imagens já são surpreendentes. [Space]

Patricia Herman é aspirante a jornalista, tem 21 anos e adora ler, principalmente poemas e a filosofia alemã do século XIX. Tem um único grande vício: música.

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Menor motor do mundo: feito com apenas uma molécula

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Cientistas criaram o menor motor elétrico já inventado, feito a partir de uma única molécula de apenas um bilionésimo de metro de diâmetro.

A molécula de sulfeto de butil metil foi colocada em uma superfície de cobre limpa, onde o seu único átomo de enxofre atuou como pivô.

A ponta de um microscópio de varredura por tunelamento – uma pirâmide minúscula com uma ponta de apenas um átomo ou dois de diâmetro – foi usada como funil para o motor, bem como para captar imagens da molécula.

Ela gira em ambos os sentidos, a uma taxa tão elevada quanto 120 rotações por segundo. Mas, em média, ao longo do tempo, há uma rotação apenas em uma direção.

Ao modificar a molécula ligeiramente, ela pôde ser usada para gerar radiação de micro-ondas ou para se juntar no que é conhecido como sistema nano-eletromecânico.

O próximo passo é fazê-la trabalhar a ponto dos pesquisadores conseguirem medi-la; ela se acopla com outras moléculas, alinhando-se até que fiquem parecidas com uma roda dentada em miniatura, para depois haver a propagação da rotação na cadeia.

Rotores minúsculos, baseados em moléculas individuais, já foram feitos antes, mas este é o primeiro que pode ser individualmente impulsionado por uma corrente elétrica.

“Antes, pesquisadores conseguiam fazer motores acionados por luz ou por reações químicas, mas a questão é que você está dirigindo bilhões deles de cada vez, cada motor único na sua proveta”, disse o químico Charles Sykes. “A coisa emocionante sobre o elétrico é que podemos ver o movimento de apenas um, e como ele se comporta em tempo real”, conta.

O minúsculo motor pode ter aplicações tanto na nanotecnologia quanto na medicina. Parte da mais ínfima máquina que o mundo já viu, o motor minúsculo poderia ser útil, por exemplo, na liberação controlada de drogas em certos locais.

Mas, por enquanto, Sykes e sua equipe estão em contato com o Livro Guinness dos Recordes para ter seu motor certificado como o menor do mundo.[BBC]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é estudante de jornalismo, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

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Rinspeed sQuba: conheça o primeiro carro-submarino do mundo

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Não, esse não é um artigo de ficção científica: o Rinspeed “sQuba” existe de verdade, e realmente pode navegar debaixo da água.

Muitos anos após o filme de suspense “The Spy Who Loved Me”, do famoso personagem James Bond, o carro que pode navegar embaixo d’água virou realidade no Salão do Automóvel de Genebra (em marco de 2008), quando o suíço Frank M. Rinderknecht criou esse submersível incrível, inspirado na cena de 1977.

Ele alcança uma profundidade de 10 metros, superando veículos militares que podem ir para debaixo d’água, mas que são limitados a dirigir lentamente sobre a terra submersa. O sQuba é projetado para agir como um submarino; sua velocidade máxima em terra é 120 km/h, na superfície da água é 6 km/h, e debaixo d’água 3 km/h.

“Não é fácil fazer um carro à prova d’água e resistente à pressão o suficiente para ser manobrável sob a água. O verdadeiro desafio, entretanto, foi criar um carro submersível que se move como um peixe”, conta Frank.

Numa primeira etapa, o motor a combustão foi retirado e substituído por vários motores elétricos. Três motores ficam na parte traseira. Um fornece propulsão em terra, os outros dois são peças do automobilismo subaquático.

Eles são apoiados por duas poderosas unidades de jato, que controlam a entrada de água. Os jatos de saída rotativos foram projetados para serem extremamente leves e resistentes à torção através de nano materiais de alta tecnologia.

A energia é fornecida por baterias recarregáveis de íon de lítio. O sQuba é um carro com emissão zero: não produz emissões de escape.

Os suíços estão entre os pioneiros do mundo na área de energia hidrelétrica. Não é nenhuma surpresa que o veículo possui tecnologia de iluminação potente e de poupança de energia.

Quando no oceano, para fazer com que os ocupantes se sintam em casa, o interior do veículo é resistente a água salgada. O painel de instrumentos de alta tecnologia cria um ambiente futurista e permite controlar todas as funções do veículo, mesmo quando submerso.

O sQuba é 100% ambiental. Frank Rinderknecht e seus parceiros criaram um veículo verdadeiramente incomum. Mesmo os lubrificantes utilizados em sQuba são biodegradáveis. “É nosso dever proteger o mundo com o melhor de nossa capacidade”, diz Frank.[Rinspeed]

Agradecimento: ao mergulhador Alexandre Faria da lista Dive-Net, que sugeriu esse artigo.

Natasha Romanzoti tem 21 anos, é estudante de jornalismo, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

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Primeiro transplante de órgão sintético realizado no mundo

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Cirurgiões suecos realizaram o primeiro transplante de um órgão totalmente sintético no mundo. Quem recebeu o órgão foi Andemariam Teklesenbet Beyene, um estudante de geologia de 36 anos que sofria com um tumor na traquéia. O tumor, do tamanho de uma bola de tênis, estava obstruindo a respiração de Beyene e ele corria o risco de sufocamento.

Os cientistas que coordenaram a substituição do órgão analisaram imagens tridimensionais da traquéia para poder reproduzi-la. O órgão artificial foi feito a partir das próprias células-tronco do paciente, o que diminui as chances de rejeição.

A operação aconteceu há um mês no Hospital Universitário Karolinska, em Estocolmo, e durou cerca de 12 horas. O cirurgião que realizou o transplante acredita que seja possível desenvolver traquéias criadas em laboratório dentro de uma semana.

O transplante foi considerado um sucesso, e o grupo que o realizou acredita que a técnica poderá ser utilizada para a reprodução de outros órgãos. Como são utilizadas as células-tronco do paciente, a angústia da espera por um doador compatível pode ter seu fim em breve. [Telegraph]

Stephanie D’Ornelas é estudante de jornalismo, adora um café e um bom livro. Se interessa por cultura e gosta de saber o que está rolando na política e na sociedade. Também escreve para o Jornal Comunicação da UFPR.

@stehdornelas stephanie@hiperciencia.com Site

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Sudão do Sul: a mais nova e mais cheia de vida selvagem nação do mundo

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A mais nova nação do mundo é também a que acolhe algumas das mais incríveis formas de vida selvagem do mundo.

Sudão do Sul, um país sem litoral no leste da África, celebrou sua independência do resto do Sudão recentemente, em 9 de julho. O novo país tem uma riqueza de vida selvagem, incluindo uma das migrações mais longas do mundo animal, que poderia ser uma bênção para sua economia.

A nação sobreviveu décadas de guerra, e vastas áreas de savanas e áreas úmidas permanecem em grande parte intactas.

Para ajudar a garantir que os animais do país continuem a ser um recurso espetacular, a Sociedade de Conservação da Vida Selvagem (WCS, na sigla em inglês) tem colaborado com a gestão do Sudão do Sul para proteger as áreas e organizar o território do país.

O Sudão do Sul possui algumas das populações selvagens mais importantes na África: o Parque Nacional Boma, perto da fronteira com a Etiópia, o pantanal Sudd e o Parque Nacional do Sul, perto da fronteira com o Congo, são o lar de búbalus, cobos-comuns e topis ou damaliscos (espécies de antílope), búfalos, elefantes, girafas e leões.

A parte sudeste do país apoia a segunda maior migração da vida selvagem terrestre do mundo, de cerca de 1,3 milhões de animais como o cobo de orelha branca, tiang, cob-grande-dos-juncais e gazela-albonotata.

Hoje, a exploração de petróleo no Sudão do Sul é responsável por cerca de 98% das receitas da região. Os tesouros da fauna do país podem proporcionar uma oportunidade para uma economia diversificada, baseada em turismo “eco amigo”.

No vizinho Quênia, o turismo contribuiu com cerca de 1,41 bilhões de reais para a economia nacional em 2009. Na Tanzânia, o turismo foi responsável por cerca de 1,69 bilhões de reais no mesmo ano. Se bem gerida, as migrações animais do Sudão do Sul oferecem a oportunidade de criar uma próspera indústria de turismo na mais jovem nação do mundo.[OurAmazingPlanet]

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Saiba mais rápidos do mundo a solução para perder, mais simples de peso

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Quais as chances de um Natal coberto de neve no mundo todo?

Os países do Hemisfério Sul estão acostumados com um Natal no verão. Mas, seja na televisão, nas histórias ou nos filmes, todos nós já vimos um Natal cheio de neve na terra das maravilhas. E quais as chances de haver um Natal branco por todo o globo?

Você pode ter esperanças, porque os climatologistas dizem que não é impossível. Mas não aposte todos os seus presentes de Natal na possibilidade de um tapete de neve cobrindo toda a Terra neste sábado.

Segundo os cientistas, se as temperaturas forem baixas o suficiente, e se houver um excesso de umidade presente, então pode nevar em todo o mundo. Mas isso é provável? Não.

Ainda assim, cada parte do globo pode ter visto neve, pelo menos no chão, em algum momento durante a existência da Terra – mas não durante a história humana. A última vez que toda a Terra pode ter visto reais “condições de gelo” foi cerca de 600 ou 700 milhões de anos atrás, durante o evento conhecido como “Terra Bola de Neve”.

Não fique triste: segundo os cientistas, os seres humanos devem se considerar sortudos por não estarem por perto na época das maravilhas do inverno, que parecia mais um museu de gelo de horrores.

Hoje, uma super erupção vulcânica poderia trazer essa época de volta, através do bloqueio da luz solar com cinzas na atmosfera, e o consequente resfriamento da Terra. Porém, os oceanos tropicais poderiam prender calor suficiente para não deixar isso acontecer por alguns anos de luz solar limitada.

Apesar de toda a improbabilidade, a neve já pregou algumas peças antes. Os climatologistas apontam que ela pode aparecer em lugares estranhos em épocas incomuns do ano. Por exemplo, já foi registrado neve no deserto do Saara.

Também já nevou em todos os continentes. Jerusalém e Belém, na Terra Santa, tiveram neve. As terras altas da África do Sul já observaram uma “coisa branca”, assim como a Austrália e as montanhas dos Andes da América do Sul. Mesmo Xangai, no sul da China, não escapou inteiramente do frio do gelo.

Na verdade, a maioria dos países ao redor do mundo pode afirmar que já teve neve, com exceção de algumas regiões do sudeste da Ásia e algumas ilhas do Pacífico Sul. [MSN]

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Livro de fotos reúne as mais bonitas “vistas de banheiros” do mundo

Você gosta de meditar enquanto está no banheiro? E que tal apreciar uma bela vista? Um cara reuniu as mais interessantes paisagens do mundo vistas de vários vasos sanitários.

A maior parte de nós não se importa muito com o que está vendo quando está no banheiro, mas Luke Barclay, fotógrafo inglês, visitou alguns lugares remotos para revelar ao mundo o que pessoas diferentes vêem quando estão usando o vaso.

Sendo assim, dois anos atrás ele publicou o livro “Loos with views” (vasos com vista) e o sucesso foi tão grande que agora ele lançou outro livro “Good loo hunting” (caça aos vasos). Esse último conta com paisagens no rio Zambezi, na África, no Monte Sinai, no lago Titicaca entre outros.

[OddityCentral]

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