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Receita do melhor pão de queijo

wpid 5054059360341b5cdc661 Receita do melhor pão de queijo

Pão de queijo

- 2 xícaras de água

- 1/3 de xícara de óleo

- 1 colher de sopa de sal

- 3 xícaras de polvilho doce (ou azedo, se gostar do pão de queijo com sabor um pouco mais forte)

- 4 ovos

- 3 xícaras de queijo de minas meia cura ralado grosso

Numa panela média, aqueça a água, o óleo e o sal. Quando ferver junte de uma só vez o polvilho, e sempre mexendo, espere ferver e engrossar. Coloque a massa numa tigela e deixe amornar por uns 10 minutos. Enquanto isso, aqueça o forno a 220 graus (alto) e separe duas assadeiras grandes (não é preciso untar). Um a um incorpore os ovos à massa e depois misture o queijo. Aí é só enrolar, assar e se deliciar.

Zé Vitor disse:5 de outubro de 2010 às 8:04

Larissa, acompanho seu blog desde Abril e posso dizer que ele me ajudou muito… Eu tive um distúrbio alimentar que poderia ter ficado muito pior se eu não tivesse procurado ajuda e não tivesse me inspirado em você! Perdi 22,5kg em 4 meses e meio, mas não foi de maneira saudável. Agora estou tentando comer bem e fazer da comida um prazer e não uma tortura.
Muito obrigado, continue postando e dando motivação para todos!

Patricia disse:5 de outubro de 2010 às 8:46

Hummmm… imagino esse pão de queijo saindo do forno…nooooossa!
Vou copiar a receita!
bjus e ótima semana.

Carol disse:5 de outubro de 2010 às 9:09

Oi Larissa!
Eitaaaaa que esse fim de semana vai ter pão de queijo quentinho lá em casa.
Sou louca com pão de queijo, e adoro experimentar (fazer e comer) receitas fáceis e práticas. Já andei por todas as receitas que “bombam” nos blogs de culinária, big pão de queijo, pão de queijo 3 ingredientes e tudo mais. E claro que eu não poderia deixar de testar essa receita também.
Mas só tenho uma dúvida… como foi que vc conseguiu essa receita!? Fico imaginando vcs lá pedindo a recieta ou tentando descobrir onde essa receita era escondida rs.
Um abraço.
P.S.: vc está linda! O tempo tem feito um bem danano pra vc hein menina!

Marcia disse:5 de outubro de 2010 às 11:28

Oi Larissa!
Uso essa mesma receita a séculos, mas hoje vou de polvilho azedo e queijo parmesão. A diferença entre os polvilhos não está só no sabor: o azedo faz o pãozinho crescer mais (por isso que a gente vê pãozinho de queijo vazio e outros massudos). Vc também pode congelar as bolinhas cruas (igual às encontradas no supermercado) ou mesmo depois de pronto (umedeça a casca e coloque no forno). Mudando um pouco de assunto, eu tenho uma pergunta, pq às vezes lhe chamam de Sara?
Bjs!

Larissa disse:5 de outubro de 2010 às 11:29

RESPOSTA: Porque era o nome que usava quando começou o blog.
Beijos e obrigada pelas dicas.

Kellen disse:5 de outubro de 2010 às 11:52

Ê saudade da época que eu morava nas Minas Gerais…rs
Eita trem bão…o tal do pão de queijo!

Bjus.

Cynthia disse:5 de outubro de 2010 às 12:34

Nossaaaa salivei!!!

Não posso ficar vendo seu blog antes da hora do almoço, hauhauah!!!

Vc coloca essas fotos super provocativas e comidinhas apetitosas. E eu passo aqui para bisbilhotar e fico toda toda para comer delicinhas na hora do almoço. Ai ai, minha cabeça gorda!

Bjo!

luciene disse:5 de outubro de 2010 às 17:11

Oi Larissa
nossa que receita prática é essa… adoreiiiiiiiii
vou fazer pra minha família..
seja muito bem vinda em meu espaço tbm
http://percapeso-ganhefelicidade.blogspot.com/
bjs…

Ps: gostei muito dos outros posts que li .

Renata disse:5 de outubro de 2010 às 17:36

ahhh não Lariiiiiiiiiiiii!!!!!!Eu amo pão de queijo e agora me deu vontade…rsrs

ERICA disse:5 de outubro de 2010 às 17:41

Olá, escrevi no seu post do dia 28 de setembro e você não respondeu… por favor, me responda…

Muito obrigada… olha o recadinho que deixei…

Pleaseeeee me responda!!!!! Gostaria muito de saber sobre a qualidade de suas fotos… que máquina fotográfica você tem? Você fez algum curso? Qual?
Amooo seu Blog e suas fotos!!!!
Bjusss

Larissa disse:5 de outubro de 2010 às 18:15

RESPOSTA: SD1400 IS CANON POWERSHOT

Ingrid disse:5 de outubro de 2010 às 20:42

Emagrecer com pão de queijo é complicado… rs

Luciana disse:6 de outubro de 2010 às 0:52

Lari,estou retomando meu blog… Voltei gordaaaa!

Please preciso da sua ajuda e do pessoal todo.

Inclui aí.

Bjos e obrigada!

Mariana Brizeno disse:6 de outubro de 2010 às 8:59

Água na boca.

Milton T disse:6 de outubro de 2010 às 21:06

Parece que o segredo é o queijo da Serra da Canastra né

Larissa disse:6 de outubro de 2010 às 21:08

RESPOSTA: Pois é, risos. Mas vou tentar fazer com o de Mercadão mesmo, risos.

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Capoeira – Dancing For Defense

During the Portuguese colonization of Brazil, more that two million Africans were brought to the territory as slaves.

In the main they were taken to what are now the states of, Pernambuco, Bahia and Rio de Janeiro.

It is thought the slaves from Angola, were the first to bring Capoeira to Brazil in the 16th century.

Capoeira, initially was developed as a self-defense technique based on traditional African dance rituals. The slaves practiced during their free-time primarily in their living quarters, most importantly, away from the prying eyes of the landowner master (often a sugar plantation). A kinda by-product was that the slaves were training their body and mind for combat situations. And as all martial art was strictly forbidden, they ingeniously cloaked their training, making it look like an innocent looking recreational dance.

Capoeira was perfected further by slaves who had escaped, escaped slaves founded a number of quilombos, which were hidden slave-governed territories. The first of which is believed to have been in 1850, in Serra da Barriga.

During the Dutch invasion (1628-Fernando de Noronha), of Pernambuco, consisting of 37 ships and 3000 soldiers. The Portuguese gave freedom to some slaves in order to help them fight against the invaders. Many of them absconded and settled in Palmares (south from Recife) they established the Quilombo of Palmares. They declared a free African nation with a government similar to their ancestral homes in Africa. The largest colony was governed by Princess Aqualtume (daughter of the King of Congo) and was succeeded by her son, King Kanga Zumba then his nephew Zumbi.

They fought a decade-long war against their colonial oppressors, but Zumbi was eventually captured.

On 20th of November 1695, he was killed by Domingos Jorge Velho a bandeirante from São Paulo who was assisted by Bernardo Vieira de Mello (with the troops of Olinda) and Sebastião Dias along with other troops, sent by Souto Maior the governor of Pernambuco (1686). He was decapitated and his head was taken to Recife to be exposed in a public square to serve as an example to other slaves.

Capoeira was used not only in direct combat, it also inspired the battle strategy itself; feigning retreat, thus luring the over-confident enemy into remote territories only to strike back at an unsuspecting place and time.

Prohibition of Capoeira remained even after slavery was abolished in 1888. It was nevertheless practiced by the poorer population on public holidays, during work-free hours and similar occasions. Riots, caused by police interference, were common. By the 1920s, persecution and punishment were almost successful in eradicating Capoeira from the “streets” of Brazil. In spite of the ban, Master Bimba and Master Pastinha founded the first Capoeira schools in Salvador, Bahia. Master Bimba created a new style, the “Capoeira Regional” (as opposed to the traditional “Capoeira Angola” held by Master Pastinha).

Essentially it was by incorporating new moves and techniques which helped Master Bimba convine the authorities of the cultural value of Capoeira, thus ending the official ban in the 1930′s.

Berimbau is the main instrument for Capoeira. It was brought to Brazil from Angola with the music of the slaves. It is made from a wood called biribá and has a small percussion instrument called caxixi (a big basket shaker).

Some of the most famous Capoeira movements are: armada, au, benção, macaco, martelo, meia-lua de compasso, queixada, rabo-de-arraia.

If you want to experience, learn and practice capoeira in an authentic environment, Brazil is the place to be. There are many volunteer program opportunities in Brazil, easily found by searching google. However, afore ye go for more volunteering overseas [http://www.volunteeringplanet.com] information including safety, tips and other information, check out Volunteering Planet.

I hope you found this article useful. For more information and tips about volunteering overseas, you may find it beneficial to visit; Volunteering Planet; [http://volunteeringplanet.com/index.html] There is a section review there about Brazil.

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HomeFotografiaMedidasMúsicasLarissa6 outubro

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A partir de agora escrevo aqui também ! O site está muito bacana, leve, divertido e cheio de dicas. E eu adorando a oportunidade e o desafio.

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3 comentáriosMichelle disse:6 de outubro de 2010 às 8:02

Oi Lari, esses dias estava vendo esse site, é bem bacana…fiquei fazendo os testes online…=)
Boa sorte no novo site!
Bjos

Francielle disse:7 de outubro de 2010 às 7:32

Larissa, não consegui te encontrar…
Em qual sessão vc escreve?
Bjos, Fran.

Josiane Coelho disse:7 de outubro de 2010 às 11:43

Larissa, também não te achei.
Qual é a sessão que tu escreve?

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A Fear and a Dream (In English and Spanish)

English Version

A Fear and a Dream

A Story of Inspiration and Determination

((Regional Swimming Champion) (in five parts))

A Story based on actual events, using the persons real name…

Part One

The Post Office

(The Winter of 2002)

(Winter of 2002, St. Paul, Minnesota, USA) Those who saw her descend from the large U. S. Mail Truck off 4th Street, in the inner-city down by the Mississippi River, on the chilly morning of December 22, saw a short woman (four-foot eleven inches tall), a little stiff from the cold, with a bronze Peruvian face, and a cute smile that stretch from each corner of her mouth, and almost pure dark-brown hair, that looked to be more black, than dark-brown.

“A determined little driver,” someone said, out of the group standing outside the post office, eating their lunch, smoking cigarettes. They were remarking about her size and determination to drive a big truck, that usually only men drove, she was a post office carrier, only having learned how to drive a year earlier, at the ripe old age of forty-three years old. The men that had never saw her before-this being her first month driving-thought there was something inaccurate with their eyes; because of so many people, men and women too, in the state of Minnesota driving mail trucks. So they watched her go on about her business, with a grunt, strained eyes, yet purposeful as she vanished into the large front seat of her truck, with one big pillow behind her to support her back, and push her forward a half foot, and another big pillow under her to bring her up to the steering wheel, and arranged the seat to allow her short feet to reach the gas pedal. And then they left to do their work, and perhaps thought about it little more, knowing they’d see her around. And that was all of that.

And those who saw this little beauty, in the post office a year after she drove those big trucks, saw her as one of the main tellers, a job that required six-years working at the post office-not one, plus, sharp skills in math and social skills dealing with the public, a job that needed a person to know two languages, but not a requirement (because she was one of the few, very few that filled that needed-prerequisite), and she’d move big bags of mail, dragging them here and there when not working as a teller, and in time a very short time, promoted, and receiving for reply, the workers glare she didn’t expect, but envy and jealousy, penetrates deep, especially in the indolent, but to those doing the glaring and complaining-the superiors put it to rest very quickly, put them into a second-class status, saying, her skills were far above theirs. That made things all right; victory had been accomplished twice, for this non American, in the breadbasket of America, who was working with a working permit, married to an American, had all her requirements fulfilled to be an American, and who (in the year of 2004) at the age of forty-five years old started a sport that would change her life-(that would take fear and replace it with a dream), she would be called secretly by many-during those days, “A late bloomer!”

Part Two

A Journey to Minnesota

(January, 1998, to October, 2009)

For a good many years Rosa Peñaloza (her second last name would be added onto that, in 2000, making it Rosa Peñaloza de Siluk) had worked in Lima, Peru, at a telephone company-fifteen-years-to be exact, was a degreed accountant, and with all her spare time, was a devoted Catholic, working for her parish Church, free. Never married, taking care of five families ((at times her mother and father along with her sisters and brother-in-laws and their children, plus a maid with two kids, all living in her house, living under her roof, for several years, as she was the most steadily employed) (coming from a family of eight children)).

Her mother had told her-she was approaching middle-age and unmarried-something to ponder. The local parish priest wanted her to be a nun, something else to ponder. Outside her business and church hours, she made time for her nieces and nephews (who were potential under a hardship, and would have been under more of a hardship had she not taken them in under her wing)-she made their time a continual and lively childhood for each and everyone.

These are little fluttering tag-like ends of her personal history, which seems as I look back, are simply leaking out as I write, leading up to the present-which will be the championship.

Her own thinking, talks, things she can only remember, or had imagined, were never quite completely told to me by her (being her husband), thus, I have used fragments to catch up, or to bring up her life to the present day, fragments tossed in the air as by a wind and then abruptly dropped somewhere, someplace.

She was laughing heartily now, at her little successes, during those years. She had married in 2000, met her husband in 1999 (had been talked into taking a trip to America, Disneyland, by her mother, so she could enjoy life before she was put into her grave-and had been given a course in English, a birthday gift by her brother David, for whatever reasons, I never knew-had met him (her husband to be) at the airport in Atlanta, and that in itself is a story by itself) while he was on a trip to Peru. For this reason, she would leave Peru, to live with her future husband in Minnesota (prior to this they met in Guatemala to see the old ruins called Tikal for one week) and then they were married two weeks later; there was an element of sadness among her family, but also elation for her. Asked by a few of her friends “How can you take such a chance and marry a stranger, of sorts?” she replied, “Why would God give me a bad man?” And that was that.

She walked off the airplane, and walked onto the cold ground of Minnesota in February, of 2000, going forward a little unsteadily, life had not yet expressed itself fully for her, definitely in her mind, and for three of those six years she would live in Minnesota, she she’d roll about awkwardly.

At any rate, for her a second life had just begun. She would travel the world eleven-times; get her car license, a permit to carry a gun (an expert shot). She plunged again and again into the unknown, run her husband’s tenant apartment business, helped with the taxes, and did the maintenance on the six buildings they now owned together and sent money to Lima to keep up their home there, and had a crew of five men to include one woman, who rebelled against her being a female boss. “You wait,” her husband said, “I’ll talk to the employees (to include his daughter, and son-in-law);” and he approached all of them, said in his stern voice, “If you can’t work for my wife, you can’t work for me!” Thus, that settled the issue of equal rights.

Hang on now, and you’ll see now what happened.

Part Three

Belly of the Camel

From time to time, her husband started to learn, his wife, Rosa was terrified of water (not bottled water, but swimming in particular, the ocean, lakes, rivers, pools, anyplace a person could drown.) When he had taken her to Rio de Janeiro, on the most famous beach in the world, Copa Cabana, and he was in, what might be considered, shallow water, perhaps up to his wife’s elbows, she panicked and started screaming and tried pulling him out of the water, as a great wave was forthcoming, one she didn’t see, but he saw. Once the wave struck, her husband ready for it, picked her up with his right arm, in a loop around her waist, dug his feet into the sand, in karate like stance-firm, and withstood the onslaught of the wave, had he not picked her up, she, and all her 110-pounds would have been gone out to sea.

He tried to laugh at the situation, but did not succeed very well; it was a serious thing for her.

(Now that I am writing of my wife, I perhaps am not making a comfortable likeness of her. It maybe I overdo, or under do the notes of her life, but it is as I see it, and saw it, I am unable to temperament, or characterize it in her own account, since I am writing this in secret, and without her advise as I have often got when doing my writings-thus leaving all bias out. For one thing, she can be more cleaver than I give her credit for, and I seem to be making her out, simpler.

On many evenings I have spent with her, she was silent, and perhaps a little dull-or I was a little dull, she’d fall to sleep quickly, and of all the movies we watched, let’s say 1000-in the years we were married, nine-years plus, she fell to sleep through 850 of them; and I’d read and write, and for many hours I did this, that’s why, she’d walk away awkwardly (if she was not sleeping, or knitting) alone and along, doing something to break this boredom (I being twelve-years her senior), she’d finally find other things to do; at times, catch a cab, go shopping, etc.

My life was very active, had been very active prior to me becoming her husband (up to my heart attack and stroke, in 1993-94, and acquiring my neurological disease MS, in 1996…) and for a spell it became less active, and then as I improved, it became more active again, but never as active as it had been-if that makes sense; especially while in my youth, now in Rosa’s later years she had become newly active…but nothing in the long run of our lives had been dull, or inactive for very long, to the contrary. I had found out, what perhaps she never knew, something she kept a harness on, a yoke around: she was locked in a bottle, and once opened, she was put into a large room-figuratively speaking-and it would be a hopeless affair to stop her now, it really was the summer of her life, life trickling down her back, there was nothing she couldn’t do, once she put her mind to it! And whatever she did, she did it well, and complete.)

We were talking about swimming-were we not, and her fear of it, and water in general? I had thought she had given up the struggle to deal with her fear of swimming that she would run aimlessly through the earth’s land mass, and jump over those water holes as life went on. But evidently I was wrong; her mind must have been striving to conquer water in all its drowning forms. She tried to swim in a swimming pool while in a four-star hotel in Copan, Honduras, she failed when she saw a frog in the water-of all things, it even maddened me to a point I criticized her, and I seldom have in the past made fun of her in any form, for there is nothing to criticize her for, and I apologized somewhere down the road I think for that. Perhaps in this one area of life, she was simply stumbling in the half darkness.

During the summer of 2004, she started taking swimming lessons from an Olympic Champion, in St. Paul, Minnesota, $100-dollars an hour. It had turned out disastrous. Oh she learned a thing or two in those six-months (the fear factor had faded slightly), and two-thousand dollars later, but she could not go into water any deeper than her knees, or turn about in the water, or dive, or do much of anything but swim (which in itself was a small and God given accomplishment)-lightly swim, as long as she could see the bottom of the pool with the naked eye. Swimming under water was out of the question. If anything, she had broken the first straw on the camels back, but the camel didn’t fall yet. The death of the camel-symbolically speaking-would take some more years.

After that, and in the fall of 2006, her and her husband came to Peru, having a home in Lima, and one in the Andes, within the city of Huancayo. She was trying hard to adjust to her new environment; she had loved the city of St. Paul, Minnesota, and missed her disastrous swimming lessons.

Up to the very moment when it would happen-breaking the camel to its knees, it looked to her husband that swimming was out of the future equation, as far as anything significant, but the issue kept arising; however she had saved some money and she sought out another location in Lima for swimming and lessons (a last try from her husband, whom suggested she take it an inch at a time, instead of a foot at a time, which I suppose he had previously expected, he thus, wiped out all expectations of her, and told her to simply go and enjoy it), and the owner of the local pool, happened to be an Olympic swimming champion. Accordingly, she had been lead to two Olympic champions, and henceforward, she took a new undertaking, now she would break the camel’s back, and it would drop to its belly not to its knees.

Part Four

The Late Bloomer

In the following eight-months, swimming became a very warm, and comfortable, and nice sport for Rosa. She would go swimming even if it was cold and rainy outside. It seemed at the time, as if the death of the camel had drawn her closer together with her once fear of the water. Perhaps both the water and Rosa felt it, perhaps Rosa being the more conscious of it; that pleased me at the time. And in time it would even come to the point, she’d go swimming in the evenings.

In Huancayo, she sought out two swimming locations, and did one in the mornings and one in the evenings (sometimes twice a day, at other times, a different one each day), and had conquered most of her fears-she could now dive well, pretty well, and by the first of October, 2009, she could do her flip-turns under the water, quite well, and swim 29-laps, Olympic swimming pool laps, she had stamina galore. She could do such swimming techniques as the: front crawl, back stroke, breaststroke and a little bit of the butterfly, and then came the camel again, back broken and all-for there still remained a deep water fear (but it didn’t stop her, she was swimming under the water, fearsomely swimming), and her professors (or instructors), along with her coach for the nearing competition, Edson Azaña, at both pools told her, “You’re going to be in the next regional championship, in November,” a month away; she was now fifty-years old, competing against hard boned youth with agility, and reflexes to match.

It was a wonder to me how this woman could keep looking forward, burying defeat all along the way-in everyway, even when her fear was at its height, with its loud voice, she never once screamed defeat, she told herself, and she told me “I can’t quite, I can’t give up…” even when the devil was in the corner saying: ‘You can’t do it,’ she screamed back, evidently silently, “Watch and see!”

And now for the last part of this story, ‘The Championship’ (to be continued) …

Note.- I want to thanks on behalf of my wife to the instructors (and swimming pools): in USA, to Beth Peterson, Olympic Champion, from the YWCA; in Lima, Peru: Cabana, Miguel, Willy and Luis from the Juana Alarco; Atilio and Reynaldo from Ernesto Domenack (Olimpic Champion); in Huancayo, Peru: Omar Chavez from the Aquatic Park and Johnny Roca from the Juan Bosco Swimming Pools, and to the coach Edson Azaña from the Aquatic Park for training my wife for the competition.

Written 10-14-2009/No: 492

Spanish Version

(Versión en Español)

Un Temor y un Sueño

Una Historia de Inspiración y Determinación

Una Historia basada en hechos reales, usando el nombre verdadero de la persona…

Parte Uno

La Oficina de Correos

(Invierno del 2002)

(Invierno del 2002, San Pablo, Minnesota, Estados Unidos de Norteamérica) Aquellos que la vieron descender del camión grande de la Oficina de Correos, en la Calle 4 por el río Mississippi, en el centro de la ciudad, en la mañana fría del 22 de diciembre, vieron a una mujer baja de estatura (1.50 m.) un poco agarrotada por el frío, con una cara bronceada y una bonita sonrisa que se estiraba a cada lado de su boca, y con cabellos castaño oscuro, que parecían más bien negro, ella era peruana.

“Una pequeña chofer decidida” alguien, del grupo parado afuera de la oficina de correos, dijo, comiendo sus almuerzos, fumando cigarrillos. Ellos estaban comentando sobre su estatura y su decisión a manejar ese camión grande, que generalmente lo manejaban los hombres; ella era una empleada de la oficina de correos, y había aprendido a manejar sólo un año antes, a la edad madura de cuarenta y tres años. Los hombres que nunca la habían visto antes-siendo éste su primer mes de trabajo-pensaron que había algo erróneo con sus ojos, debido a tanta gente, hombres y mujeres también, en el estado de Minnesota manejando los camiones de la oficina de correos. Así ellos la vieron, murmurando, con ojos nerviosos, aunque con atención, la vieron ocuparse de su trabajo, mientras desaparecía en el asiento grande de su camión, con un cojín detrás de ella para soportar su espalda y empujarla quince centímetros adelante, y otro cojín grande en su asiento para levantarla hacia el timón, habiendo arreglado el asiento para permitir que sus pequeños pies alcanzaran los pedales. Y después ellos se fueron a trabajar, y talvez pensaron un poquito más sobre esto, sabiendo que la verían a ella alrededor.

Y aquellos que vieron a esta pequeña belleza en la oficina de correos, manejando esos camiones grandes un año atrás, la vieron como una de las principales cajeras, un trabajo que requería de seis años de experiencia en la oficina de correos-no uno, además, de grandes habilidades en matemáticas y habilidades en tratar con el público, un trabajo que requería de una persona bilingüe, aunque no un requisito (ella era una de las pocas, muy pocas que llenaban esos prerrequisitos necesarios). Ella movería grandes paquetes de correspondencia, jalándolos de aquí para allá cuanto no estaba trabajando como cajera, y en muy poco tiempo, fue ascendida, y recibió por respuesta la mirada amarga de sus compañeros, que ella no lo esperaba, pero la envidia y los celos, penetraban muy profundo, especialmente en el indolente; pero para aquellos que miraban amargados, con envidia y quejándose-los jefes los tranquilizaron muy rápidamente, poniéndolos a ellos en una categoría de segunda clase, diciéndoles que las habilidades de ella eran muy superiores a las de ellos. Esto hizo que las cosas estuvieran bien; la victoria se había cumplido dos veces en esta no americana, en el corazón de Norteamérica, quien estaba trabajando con un permiso de trabajo, casada con un americano; ella había cumplido con todos los requisitos para ser una ciudadana americana, y quien (en el año 2004) a la edad de cuarenta y cinco años empezaría un deporte que cambiaría su vida (que sacaría sus temores y los reemplazaría con un sueño), ella sería llamada por muchos-en secreto, durante aquellos días-”Un florecer tardío”.

Parte Dos

Un Viaje a Minnesota

(Enero de 1998 a Octubre del 2009)

Por muchos buenos años, Rosa Peñaloza (su nombre sería cambiado en el año 2000, a Rosa Peñaloza de Siluk) había trabajado en la compañía de teléfonos en Lima, Perú-quince años, para ser más exactos-ella era una contadora y una católica devota que en todo su tiempo libre trabajaba gratis para su iglesia. Nunca se había casado, haciéndose cargo de casi cinco familias ((en ese tiempo su madre, su padre junto con sus hermanas, cuñados y cuñadas, sobrinos, más una empleada con dos hijos, todos viviendo bajo el mismo techo en su casa por muchos años, ya que ella era la que tenía un trabajo permanente) (y venía de una familia de ocho hijos)).

Su madre le había dicho que ella se estaba aproximando a una edad madura y soltera-algo en qué pensar. El sacerdote de la iglesia quería que ella fuera monja-algo más en qué pensar. Fuera de su trabajo e iglesia, ella hacía tiempo para ocuparse de sus sobrinas y sobrinos-haciendo de sus tiempos una animada infancia para cada uno y todos.

Estas son como pequeñas etiquetas de su historia personal, que parecerían, mientras miro atrás, estar simplemente goteando mientras escribo, dirigiéndose al presente-que será el campeonato. Sus propios pensamientos, conversaciones, cosas que ella sólo puede recordar, o haberse imaginado, nunca me fueron completamente dichas por ella (siendo yo su esposo), así, he usado fragmentos para coger o traer su vida al presente día, fragmentos lanzados en el aire como por un viento y luego arrojados abruptamente en algún lugar.

Ella ahora estaba riendo con gusto, por su pequeño éxito, durante aquellos años. Ella se había casado en el año 2000, había conocido a su futuro esposo en 1999 en el aeropuerto de Atlanta, mientras él iba en un viaje a Perú. Por esta razón ella dejaría Perú, para reunirse con su futuro esposo en Minnesota, Estados Unidos, y dos semanas más tarde ellos se casarían.

Ella bajo del avión y caminó en el suelo frío de Minnesota en Febrero del 2000, yendo adelante un poquito temblorosa, la vida no se había manifestado totalmente para ella, y tres de los seis años en que ella viviría en Minnesota, serían difíciles para ella.

En todo caso, para ella, una segunda vida acababa de empezar. Ella viajaría once veces alrededor del mundo, obtendría su licencia para conducir, un permiso para portar armas (una tiradora experta). Ella saltaría de nuevo y de nuevo en lo desconocido; ella administraba el negocio de arrendamiento de propiedades de su esposo, lo ayudaba con los impuestos, y se encargaba del mantenimiento de los seis edificios que, ahora, ellos tenían juntos, también enviaba dinero a Lima para el mantenimiento de su casa allí, y tenía un equipo de seis personas a su cargo, la mayoría hombres incluyendo a una mujer, quienes se rebelaron en contra de ella por ser una jefa mujer. “Tú espera”, su esposo le dijo, “hablaré con los empleados”, y él se dirigió a todos ellos, dijo con una voz severa, “¡Si ustedes no pueden trabajar para mi esposa, entonces no pueden trabajar para mi!”. Así, se arregló el problema de igualdad de derechos.

Ahora espera, y verás lo que pasó.

Parte Tres

Barriga del Camello

Con el tiempo su esposo empezó a aprender, que su esposa Rosa, tenía terror al agua (no al agua en botella, sino a nadar en particular, al océano, a los lagos, ríos, piscinas, cualquier lugar en el que una persona podría ahogarse).

Estuvimos hablando acerca de nadar- ¿cierto? Y el temor a esto, y al agua en general. Pensé que ella se había rendido en la lucha para vencer el temor a nadar y que ella correría sin dirección a través de la tierra, y que saltaría sobre aquellos charcos de agua mientras la vida continuaba. Pero evidentemente estaba equivocado; su mente estaba luchando por conquistar al agua en todas sus formas. Ella trató de nadar en una piscina de un hotel cuatro estrellas en Copan, Honduras, pero ella fracasó cuando vio a una rana en el agua-de todas las cosas, esto incluso me molestó muchísimo al punto que la critiqué, y nunca lo había hecho antes, porque no hay nada de que criticarla, y en algún momento me disculpe con ella por esto. Talvez en esta área de la vida, ella estaba simplemente tropezando en medio de la oscuridad.

Durante el verano del 2004, ella empezó a tomar clases de natación con una campeona olímpica, en San Pablo, Minnesota, costaba cien dólares la hora. Esto resultó desastroso. ¡Ah! ella aprendió algunas cosas en esos seis meses (el factor temor se había disipado ligeramente y dos mis dólares), pero ella no podía entrar en el agua que estuviera más arriba de sus rodillas, ni darse vueltas, ni clavados, sólo nadar, ligeramente nadar, siempre y cuando ella pudiera ver el fondo de la piscina a simple vista. Nadar bajo el agua era imposible. Si había algo, era que ella había roto la primera paja de la giba del camello, pero el camello no se había caído todavía. La muerte del camello-hablando figurativamente-tomaría lugar algunos años más.

Luego de ello, en el otoño del 2006, ella y su esposo vinieron a Perú, teniendo una casa en Lima y otra en Los Andes, en la ciudad de Huancayo. Ella estaba tratando duro de acostumbrarse a su nuevo ambiente; a ella le había gustado mucho la ciudad de San Pablo, Minnesota, y extrañaba sus desastrosas clases de natación.

Hasta el mismo momento cuando esto ocurrió-doblar al camello a sus rodillas-le pareció a su esposo que la natación estaba fuera de una futura ecuación, en lo que respectaba a algo significante, pero el tema seguía surgiendo; sin embargo, ella había ahorrado algo de dinero y buscó un lugar en Lima para nadar y tomar clases (un último intento de su esposo, quien sugirió que lo tomara pulgada por pulgada, en vez de pie por pie, que supongo él previamente lo había hecho; él, así, borró todas las expectativas de ella, y le dijo simplemente que fuera y disfrutara). Y sucedió que el dueño de la piscina era un campeón olímpico en natación. Por consiguiente, ella había sido dirigida por dos campeones olímpicos, y en el futuro, ella tomaría una nueva responsabilidad, ahora ella rompería la giba del camello, y este caería en su estómago no sólo sobre sus rodillas.

Parte Cuatro

Un Florecer Tardío

En los siguientes ocho meses, la natación se convirtió en un cálido, cómodo, y bonito deporte para Rosa. Ella iría a nadar incluso si hacía frío o estaba lloviendo. En ese tiempo parecería, como si la muerte del camello la habría acercado más cerca con su, una vez, temor al agua. Talvez ambos, el agua y Rosa lo sentían, talvez Rosa era la más consciente de esto; esto me complacía. Y con el tiempo incluso llegaría al punto de que ella iría a nadar en las tardes.

En Huancayo, ella buscó dos piscinas, en la que iba a nadar un día en las mañanas a una y al siguiente día en las tardes a la otra, y había conquistado casi todos sus temores-ahora ella podía hacer clavados muy bien, y para el primero de octubre del 2009, ella podía darse la vuelta olímpica bajo el agua, nadar 29 vueltas en piscinas olímpicas, ella tenía resistencia a montones. Ella podía nadar, estilo libre, espalda, pecho y un poco de mariposa; y luego, el camello viene de nuevo, con la espalda rota y todo-porque todavía permanecía el temor al agua profunda (pero esto no la detuvo a ella, ella estaba nadando bajo el agua) y sus profesores o instructores en ambas piscinas, junto con su entrenador para la competencia cercana, Edson Azaña, le dijeron: “tú vas a estar en la próxima competencia regional de natación, en noviembre”, a un mes; ella ahora tenía cincuenta años de edad, e iba a competir con personas más jóvenes,

Era un asombro para mi ver cómo esta mujer continuaba adelante, enterrando derrotas a lo largo del camino-en todas las formas, incluso cuando su temor estaba en su máximo, ella nunca gritó derrota, ella se dijo a si misma, y me lo dijo: “No puedo dejarlo, no puedo rendirme…” incluso cuando el diablo estaba en la esquina diciéndole: “tú no puedes hacerlo”, ella le gritaba respondiéndole, evidentemente silenciosamente, “Observa y verás”.

(continuará…)

See Dennis’ web site: http://dennissiluk.tripod.com

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Lá da venda – Melhor pão de queijo

Fomos conhecer o pão de queijo  ”Lá da Venda” na Vila Madalena que foi escolhido como o melhor de São Paulo e realmente é.  Nem sei descrever o gosto de tão bom ! Adorei o lugar: aconchegante, cheio de artesanato e de comidinhas apetitosas de venda. Comi pão de queijo, tubaína e tasquei pedaço da deliciosa torta de carne. Faltou o bolo de Fubá com recheio de goiabada, viu Milton Toshiba !

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(Comendo pouquinho dá para comer de tudo)

E as eleições, hein ? Infelizmente, o povo não pode reclamar. Se acha que o PSDB está fazendo um excelente governo em São Paulo e pode continuar igual, vamos lá !  A educação e a saúde estão um primor. O transporte então ! Quantos quilômetros de metrô em 16 anos. E como pagam bem os professores e investem na educação. É Tiririca no Congresso, Geraldo no Governo e nós aqui. E acho um saco quando a pessoa fala: “Não voto no PT” e este é seu fundamento para julgar outro partido melhor e só. Bom, mas como o assunto é como religião e futebol …. vamos deixar para lá e torcer para que o Geraldo Alckmin consiga de verdade fazer um bom governo e realmente cumprir tudo que promete, o que de fato não aconteceu em seu último mandato.

O Analfabeto Político (Bertolt Brecht)
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

Miriã Cristina disse:4 de outubro de 2010 às 12:08

Larissa seu cabelo esta mais escuro , vc esta deixando crescer ou pintou de castanho claro , as pontas estão claras

Michelle disse:4 de outubro de 2010 às 13:40

Oi Larissa, como vc está bonita! Amei a foto. =)

Ah, eu estou fazendo alguns concursos, mas de 3 que fiz, dois eu fiquei por 1 questão!
Queria te perguntar, quais os métodos que vc utiliza para potencializar seus estudos?
Hoje me inscrevi para um concurso estadual e quero muito passar, qualquer dica é bem-vinda!
Bjinhos

Mariana Brizeno disse:4 de outubro de 2010 às 14:06

Acho legal q vc consegue viver apesar de estar num eterno estado de ansiedade devido aos estudos/concursos. Tenho um problema: emagreci 19kg, mas preciso emagrecer ainda 6… e parece q minha vida só vai começar depois q eu atingir meu peso desejado. Sabe qdo vc tem a sensação de felicidade adiada o tempo inteiro?
Acho q não deveria ser assim… mas não consigo ser diferente…
Bjus

Pri disse:4 de outubro de 2010 às 14:22

Ir comer um pão de queijo delicioso já é bom.. agora ter a receita é fantastico!

A Paula está com o cabelo comprido C:\Arquivos de programas\Auto Blogging Software\data\perder barriga\larissa\icon biggrin Lá da venda – Melhor pão de queijo Linda como sempre, rosto de boneca C:\Arquivos de programas\Auto Blogging Software\data\perder barriga\larissa\icon smile Lá da venda – Melhor pão de queijo

Milton T disse:4 de outubro de 2010 às 15:48

Comeu o bolo de fubá com goiabada? A receita de 2 bolos da Heloiza Bacellar

http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u736993.shtml

=)

Larissa disse:4 de outubro de 2010 às 16:31

RESPOSTA: Acredita que não tinha.

Cynthia disse:4 de outubro de 2010 às 19:37

Ei lari, como está? Vejo que está a cada dia mais linda!!!
Voc~e sabe que é uma inspiração para muitas pessoas, né?
Posso só te pedir uma coisa: não fale sobre a politica aqui. Eu concordo com o que vc disse, sobre educação e td mais, mas acho que mtas pessoas do PT e de mtos partidos como o PSDB não tem preparo nem estudo suficiente para tomar posse de cargos tão importantes na política, como podemos ver por aí.
Você mesma sabe o quão dificil é conquistar um bom concurso, como vc precisa se dedicar, estudar, conhecer, quebrar paradigmas, sempre se superar. Você é o exemplo vivo disso. Por isso, penso que pessoas com essa mesma ambição e com certo preparo deveriam ser eleitas, e não uma pessoa que não sabe se quer ler o que está escrito numa placa. Entenda-se saber ler o a característica de entender o que se lê. Infelizmente hoje temos mtos analfabetos funcionais no governo de uma cidade tão importante.
Deus queira que, independente do partido, que essas pessoas possam fazer uma boa gestão e as que são hoje despreparadas façam por merecer o cargo que ocuparam.

Um grande beijo!!!
Te admiro!!!

Pri disse:4 de outubro de 2010 às 20:32

O lugar é lindo, parece bem rústico.. tipo cidade do interior.. E o pão de queijo parece diferente daqueles que vemos por aí.. que bom que valeu a pena a visita, né?
Quanto a eleições…
A Cynthia falou muito bem… politica é uma coisa muito complicada. Acabei de ler na Globo.com que aceitaram a denuncia sobre Tirica ser analfabeto. Eu sou a favor de que qualquer cargo tenha como exigencia pelo menos Ensino Medio completo. Poxa, a gente rala para passar num consurso… Ajudante geral tem que ter Ensino Médio, porque é que os cargos eletivos não?
E MUITA gente que eu conheço queria votar no Skaf e votaram no Alckmin para não dar chance do Mercadante chegar nem perto da porta Palacio dos Bandeirantes.

Ana Maria disse:4 de outubro de 2010 às 20:41

Até eu que não gosto muito de pão de queijo, fiquei curiosa. Parece ótimo!!

Foram eleições com muita falta de opção. Mas como você diz, que pelo menos alguns itens possam melhorar.

Roselene Virreira disse:5 de outubro de 2010 às 0:07

Que lugar..bem charmoso….
to adorando teu blog…bjo

Gabi – Mulher Pneu disse:5 de outubro de 2010 às 13:12

Que lugar lindo ! Li na Veja SP sobre mas ainda não fui , depois dessas fotos vou querer ir sim.

Sobre pessoas que dizem não votar no PT , sou do time e digo isso com a boca cheia. Desculpa , mas não dá para vendar os olhos com os últimos acontecimentos , a impunidade , as desculpas esfarrapadas … Corrupção tem em todo canto , mas poxa , todo mundo acreditou tanto no PT , eles diziam ser tão diferentes , foram uma oposição tão agressiva … Agora são a mesma bosta , se não forem piores ainda. Corja.

Mas se eu tivesse gostado MUITO do candidato deles até abriria uma exceção sem problemas , o Mercadante até me parece boa pessoa (lembra da posição que ele tomou na época do Mensalão mas que depois teve que voltar atrás ?) , mas acho ele inexperiente e fraquinho … Na verdade eu gostaria mesmo que o Skaf (que está num partido meia boca e por isso não levou meu voto) ou o Feldman tivessem ganhado. Votei no Feldman.

Bjs

Érica T. disse:5 de outubro de 2010 às 13:55

Larissa

Eu adorei a qualidade das suas fotos! Qual a marca da sua máquina? Quero trocar a minha em breve.

Abraços

Ana Paula disse:5 de outubro de 2010 às 16:24

Eu não voto no PT por pura ideologia mesmo. Com a eleicão do Lula eu até pensei que poderia tomar um “tapa na cara” e mudar minha opinião, mas ela só ficou ainda mais forte depois desses 8 anos.

Marta disse:5 de outubro de 2010 às 17:32

Na Boa…Larissa o blog e seu e vc tem direito de comentar sobre o que vc quiser….
E viva as diferenças.

Bjks

Renata disse:5 de outubro de 2010 às 17:39

Que lugar gostosinho!!!Pena que não moro em SP…adorei a “cara” das comidinhas!!!
Delícia!!!

Li disse:5 de outubro de 2010 às 23:32

Lugar bacana, fotos lindas.
Larissa,vc pede licença antes de bater as fotos, ou algo parecido?
É que eu sinto tanta vergonha se tento bater foto assim de um lugar, e medo de receber bronca…

Vc ja assistiu aquele filme “(500) dias com ela” , eu gostei,e aquele Julie e Julia,que é sobre blog e culinária? Tb não é dos piores.
bjs

Larissa disse:6 de outubro de 2010 às 7:12

RESPONDER: às vezes peço licença, mas normalmente fotografo na cara dura, risos.
Ainda não assisti esses filmes …

Lidiane disse:6 de outubro de 2010 às 10:05

Oie Larissa…

Amei esse lugar….

Menina o que é aquele pudinzão?..é um bolo…é um pudim?….eu to com agua na boca de olhar pra ele…pelamordeDeus….vc comeu dele?..

Ai…se eu morasse em Sp…hehehe

Beijos!

Monica disse:6 de outubro de 2010 às 16:42

Adorei a receita e seu comentário político, é isso mesmo, só quem não olha para o lado não sabe o quanto o Brasil mudou e o quanto será ruim retroceder! Parabéns pela colocação!

san disse:6 de outubro de 2010 às 22:01

odeio política, em especial a Corrupta brasileira
FOOOORA VOTO OBRIGATÓRIO!

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E depois do pão de queijo, o pagamento.

Meu Emagrecimento

E depois do pão de queijo, o pagamento.

O emagrecimento é compensação e razoabilidade. Comer pouca quantidade de tudo e quando comer alimentos mais ‘purpurinados’ encontrar um jeito para queimar. Como sempre estou comendo um purpurinadinho aqui e outro acolá, deveria ir ao Parque caminhar diariamente. E vou.

Amanhã no Parque queimando as gorduritchas.

07:30 aula de inglês (OK)

09:00 Caminhada no Parque (OK)

10:00 Estudar (OK)

12:00 Trabalho (OK)

20:00 Estudar

Andar no Parque me faz repensar tanta coisa e tomar decisões bem complexas. Dever cumprido.

Parabéns pelo pique e determinação, por isto vc é uma vitoriosa e alcançou o seu objetivo.

Beijos

http://emagrecendocomatatty.blogspot.com/

Gi disse:7 de outubro de 2010 às 9:38

Larissa! Encontrei seu blog por acaso, comecei a ler do primeiro post e acredite foi um grande aprendizado. Vivo em uma briga eterna com a balança RS… E também busco um concurso público. Também resolvi criar um blog para me auto – vigiar (o que como e o quanto estudo). Só queria te agradecer pq mesmo sem saber e sem me conhecer você fez uma grande diferença na minha vida! Obrigado. Ps: 3 quilinhos já foram.

Ana Maria disse:7 de outubro de 2010 às 14:34

Ahhhh Essa organização ajuda muito. Ainda chego lá!! Mas com inspiração no seu blog, já conquistei muitas coisas legais. Pão de queijo eu acho muito ruim.

Fran London disse:7 de outubro de 2010 às 18:32

eh verdade, sempre da pra contornar se errou, o negocio eh nao desistir.
Caminhar faz a gente pensar em mta coisa, analizar, eh um tempo soh nosso!
beijos querida!

darlene disse:7 de outubro de 2010 às 19:13

oi Larisa .Vc esta de parabens.Gostaria de ter a mesma garra e determinação para lutar, mas tem sido muito dificil p mim.Já tentei de tudo mas nunk levo ate o fim.Por questao de saude deveria eliminar 27kg e nao consigo.Nem ao nutricionista tenho coragem de ir pois sei q terei q fazer sacrificios.
Te admiro muito e tenho acompanhado sua trajetoria.
Parabens e que Deus lhe dê muita força para continuar.Bjo.

Luciana disse:7 de outubro de 2010 às 21:19

Lari, vc. me inspira!
Me sinto como te conhecesse… Rsss..
Bjos

Nando Neri disse:9 de outubro de 2010 às 11:49

Meus sinceros parabéns pelo dever cumprido!!

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De volta a tudo

wpid 5033330324af1c337802 De volta a tudo

(Muitas cores na minha mesa)

Sempre gostei de auto-estimulações para tudo. Em relação ao estudo não poderia ser diferente. Adoro usar canetas bacanas, fichas, cores ! Animam o estudo e facilitam a memorização. As canetas Stabilo são muito bacanas porque além da cor incrível, dá para usar no caderno sem aparecer no verso da folha. Já voltei aos livros, mas agora juntando tudo: Caminhada, boa alimentação, trabalho, diversão ! Faz tão bem ter a vida preenchida.

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De tudo um pouco

Meu Emagrecimento » Blog Archive » De tudo um pouco #overlay { background-image: url(“http://www.meuemagrecimento.net/blog/wp-content/themes/meu_emagrecimento/wp-lightboxJS/images/overlay.png”); }* html #overlay { background-image: url(“http://www.meuemagrecimento.net/blog/wp-content/themes/meu_emagrecimento/plugins/wp-lightboxJS/images/blank.gif”);filter: progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=”http://www.meuemagrecimento.net/blog/wp-content/themes/meu_emagrecimento/wp-lightboxJS/images/overlay.png”, sizingMethod=”scale”);}HomeFotografiaMedidasMúsicasLarissa1 outubro

De tudo um poucoPor Larissa | 271 views



* Ontem doei sangue. É muito bacana saber que possso ajudar alguém ! É tão rápido. Para quem ainda não se sentiu estimulado: Uma única doação pode salvar até quatro vidas. Além disso, justifica a ausência no trabalho por um dia, a cada 12 meses, para doação de sangue; Isenção ao doador de sangue, do pagamento de taxas de inscrição em concursos públicos: “Artigo 1º – Fica o Poder Executivo autorizado a isentar o doador de sangue do pagamento de taxas de inscrição nos concursos públicos realizados pela Administração Direta, Indireta, Fundações Públicas e Universidades Públicas do Estado. § 1º – Para ter direito à isenção, o doador terá que comprovar a doação de sangue, que não poderá ser inferior a 3 (três) vezes em um período de 12 (doze) meses”. Eu faço a doação na Beneficência Portuguesa: Rua Martiniano deCarvalho, 1009 – Próximo ao metrô Vergueiro.* Fui ao cinema assistir o filme NOSSO LAR e infelizmente não gostei. Em casa assisti a Culpa é do Fidel, Deixa ela entrar e estou acabando Saraband de Ingmar Bergman. (Ah! As salas CINEMARK do Shopping Paulista estão impecáveis! Recomendo! E nem precisa de bilheteria, dá para comprar no auto-atendimento e escolher a poltrona)

* Preciso ir ao Parque caminhar/correr todos os dias (é logo ali ora bolas !). É importante e precisa fazer parte da minha rotina como se fosse um trabalho do qual não posso faltar. Passei muitos dias só com a bunda na cadeira estudando e já estou me sentindo gorduchola e odeio isso. Preciso me mexer, dançar, andar, passear, viver e comer direito ! Se eu for uma boa menina, comer direito, caminhar no parque todos os dias, cuidar de mim e emagrecer o que quero, me darei de presente (só se merecer mesmo):


(1) Um dia no salão de beleza: Pé e mão, depilação, mechas californianas, hidratação e escova;(2) Uma bolsa “daquelas”; (3) Uma carteira “daquelas”; (4) Um potão de creme hidratante KÉRASTASE; (5) Três calças jeans Skinny; (6) Sapatilhas Arezzo; (7) 05 peças da Siberian; (8) Um batom rosa Dior ou M.A.C; (9) Sombra Dior; (10) Um Smartphone Nokia E72; (11) Viagem nacional;(12) Viagem internacional e(13) Agenda 2011 “daquelas”.
(Estou rindo aqui)Já comecei a economizar !
* E a fofura da titia ?



Eleições 2010: Domingo vou trabalhar nas eleições pela primeira vez como Presidente e estou achando bacana fazer parte do processo eleitoral. Meu voto é consciente. Pesquiso muito até escolher meu candidato (Li muito, assisti todos debates, analisei as propostas e o que fizeram os candidatos que já tiveram mandato eletivo). Se eu disser em quem votarei, uns apoiarão e outros não, assim é a democracia e ainda bem que ela existe. Se pudesse, votaria novamente no Lula. Convivo diariamente com a realidade (com o povão) e sei que muito pouco foi feito por São Paulo no Governo atual. Acho que a pergunta a ser feita antes de votar é: O que tal candidato fez de efetivo onde governou ? A democracia é a liberdade para escolher os nossos representantes. Para Deputado Federal votarei no Protógenes.


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Bonitinha

8 outubro

Por Larissa | 279 views


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Como perder a barriga em uma semana 

Pode parecer difícil mas é possível perder barriga em uma semana. Neste artigo vou ensinar como pode perder barriga rápido e como pode ter hábitos mais saudáveis e sentir-se melhor ao mesmo tempo. Isto tudo é possível em menos de uma semana. As pessoas que querem perder barriga muitas vezes não sabem porque engordaram e tem uma barriga com gordura. Existem vários factores que influenciam o tamanho da barriga e o inchasso da barriga. 

Existem também alguns hábitos alimentares que quando corrigidos possibilitam perder barriga em menos de uma semana. Vamos então ver como é possível perder barriga de uma forma rápida e saudável.

Faça um esporte, monte um plano para fortalecimento abdominal mantenha uma boa alimentação! Estes são so três pilares para conseguir perder barriga rápido e de forma saudável. Além de praticar uma atividade aeróbia e seguir um treino regular de exercícios abdominais, para eliminar as gorduras salientes em seu corpo vocé ainda precisa prestar atenção em alguns outros pontos para que nada fique fora do lugar em seu abdómen.

Para conseguir a famosa barriga de tanquinho , é preciso ir além dos exercidos 2 ou 3 vezes por semana. É fundamental ficar atento a algumas recomendações em relação à dieta e também à pastora. Cuide do seu trato intestinal

O intestino tem papel fundamental para a sua saúde. Ouando a digestão funciona corretamente e os alimentos sãr assimilados de forma adequada, melhora o seu sistema imunológico e a qualidade de vida. Mas alguns fatores podem altera o funcionamento desse aparelho e alterai a flora intestinal, corno a ingestão de antibióticos. uma dieta inadequada e tensão em excesso. Nesses casos, é como surgir inchaço abdominal, gases e má digestão. Para evitar que isso ocorra, ton um ou dois iogurtes por dia; ricos em lactobacilos vivos, o produto pode ser de soja, se você preferir. Não se esqueça dai verduras e hortaliças ricas em fibras, que evitam a prisão de ventre. favorecem o funcionamento do intestino. Beba água de forma controlada

Ainda que pareça uma contradição, quanto mais água seu organismo retêm, mais liquido você precisa beber para diluir os minerais presentes em seus tecidos e eliminá-los pela urina. A recomendação usual é tomar cerca de oito copos de agu por dia. Entretanto, o aconselhável é distribuir essa quantidade ao longo do di, e não beber quatro copos seguidos de agi pois isso pode provocar uma distensão dc músculoS abdominais e acabar provocandi problemas digestivos. De qualquer forma, não convém abusar: o excesso de água também pode inchar seu estômago e dilatá-lo. Tente contabilizar a quantidade de liquido que perde ao longo do exercito pesando-se antes e depois da atividade. Se-você eliminou 0.5 kg durante o treino, hidrate-se e reponha 0,5 litro de água. Elimine os gases

Uma pessoa pode chegar a produzir entre 4 e 5 litros de gás por dia. E o sistema digestivo está preparado para elimina-los sem dores nem sofrimentos. Entretanto, o estresse, a má digestão, a intolerância ou a alergia a certos alimentos podem prejudicar esse sistema e fazer com que o estômago inche e pareça ter tendência de acumular gorduras na região abdominal. Se você acorda com o abdômen reto. sem nenhuma gordurinha localizada, logo após o café da manhã já nota sua barriga um pouco mais saliente e à noite se sente inchado provavelmente seu problema está relacionado aos gases. Procure um médico para descartar outros distúrbios digestivos e siga uma alimentação controlada para identificar os alimentos que estimulam gases em excesso para evitá-los em sua dieta. Os problemas podem ser os laticínios

Algumas pessoas apresentam uma ligeira intolerância à lactose que, por provocar pequeno incômodo, não impede delas beberem leite e consumirem seus derivados sem sofrer inconvenientes digestivos graves. Contudo, essa característica do organismo é suficiente para que a enzima que digere a lactose não funcione de maneira adequada e o açúcar do leite fermente na tubo digestivo, provocando inchaço abdominal. Para reconhecer se você sofre desse mal, faça um teste simples: tome um copo de leite ou alguns pedaços de queijo antes de dormir e observe se acorda no dia seguinte com o abdómen alterado. Caso isso aconteça, comece a suspeitar que possui certa intolerância à lactose e consulte um profissional que possa orientá-lo. Se você tiver de optar por não ingerir nenhum laticinio, não se esqueça de garantir suas doses diárias de cálcio, incluindo em sua dieta soja, salmão, cebola. brócolis, figos secos etc. Opte pelos alimentos integrais

Prefira massas, bolachas, cereais e pães integrais. A farinha branca ou refinada é pobre em fibras e nutrientes e pode causar inchaços abdominais. Menos sal e mais especiarias e sumo de limão

Experimente passar uma semana reduzindo drasticamente o teor de sal de seus pratos e note, ao final de sete dias, que você perdeu peso corporal comendo as mesmas porções de alimentos. O sal provoca o inchaço das células com a retenção de água para diluir o excesso de sódio. Assim, Seu organismo retém mais liquido. Procure temperar suas receitas com especiarias e sumo de limão. Respire conscientemente

Cada vez que você inspira e expira, pode exercitar seus músculos abdominais de maneira inconsciente. Se você aprender a respirar com técnicas de ioga (respiração abdominal), conseguirá utilizar os músculos peitorais, pélvicos e abdominais todas as vezes em que inspirar. Saiba que você respira entre 10 000 e 15 000 vezes por dia. Tome chás digestivos

Uma infusão com certos tipos de erva pode ajudar a digestão. Um dos chás mais conhecidos para essa finalidade é o de toldo, mas você também pode experimentar outros, como de menta, dente-de-leão, etc. Faça as refeições com calma

Quando você come muito rápido, acaba ingerindo ar demais junto com os alimentos. Esse ar, além de ocupar espaço no estômago, dificulta a digestão. Portanto, mastigue bem e alimente-se devagar. Emagreça dormindo

Não se esqueça de que o descanso é parte fundamental para uma vida saudável. Se você não respeita as horas necessárias de sono (entre seis e oito horas), não apenas terá dificuldades de se manter acordado e disposto durante o dia como também ganhará quilos com mais facilidade. Pessoas que dormem muito pouco costumam ter ataques compulsivos de fome, ingerem alimentos mais gordurosos e demoram mais para se sentir saciadas.

Estas dicas para perder barriga dão bons resultados. Se seguir todos os conselhos vai ver resultados em menos de 1 semana. O melhor para perder barriga e ficar com abdominais é comer de forma saudável e fazer exercício.

Fonte: http://comoperderbarriga.com/

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