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Ano pais Novo Resolução Perda de peso comportamentos podem

Sucesso

: Após a cirurgia da perda de peso 2008 – Charlotte, NC
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Imagem por kevin_d_old
Tomadas em 2008 “Sucesso: Após Weight Loss Surgery” conferência em Charlotte, NC hospedado por Sudeste Bariatrics em associação com www.band2gether.net .

Ano Pais ‘Novo Resolução Perda de peso comportamentos podem
Denver, CO – (SBWIRE) – 2012/01/18 – Como milhões de americanos resolver a perder peso em 2012, a dieta dos pais e novos regimes de fitness pode ter um resultado desencadeantes, não intencional negativo desordenada comportamentos alimentares ou de imagem corporal questões em sua …
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amor floresce em Biggest Loser Perdedor TV
“Saindo de The Biggest Loser Eu sei que vai ser uma viagem mental mais do que apenas a perda de peso e eu acho que é algo que eu preciso”, diz ele. Ao contrário de Hamish, companheiro concorrente Alex Zorzi é um pouco mais certeza de encontrar o amor do reality show. …
Leia mais sobre Dias sua dieta estão contados: Começar a Viver Your Way a um saudável
Ainda mais enganador, como abordei no meu último filme, América do 2 Beautiful: Os Mandamentos Fino, é que a indústria da dieta sugere que a perda de peso, e não um estilo de vida saudável, é a chave para viver uma vida feliz e gratificante. …
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Huffington Post

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Gases primordiais do interior da Terra podem explicar como o planeta se formou

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O mesmo processo que dá origem a terremotos e vulcões pode também ter aprisionado gases primordiais responsáveis pela formação do sistema solar nas profundezas da Terra, sugere um novo estudo.

O processo, chamado de subducção, acontece quando uma placa tectônica desliza sob outra. Esse processo geológico é bastante visível no “Círculo de Fogo”, área com muitos terremotos e intensa atividade vulcânica, localizado na bacia do Oceano Pacífico.

O novo estudo descobriu que gases nobres – a família de gases inodoros e incolores, incluindo hélio e neônio – podem ser encontrados nesse processo. Forças geológicas arrastam os gases da atmosfera para dentro do manto abaixo da crosta terrestre.

Pesquisas anteriores descobriram que a composição do neônio no manto é muito semelhante à composição do neônio encontrado em meteoritos. Essas descobertas sugerem que talvez os gases da Terra tenham vindo da mesma chuva de meteoritos que causou as crateras na nossa lua.

Mas a nova pesquisa questiona essa conclusão. “Nosso estudo sugere uma história mais complexa. Acreditamos também que gases foram dissolvidos para dentro da Terra enquanto ela ainda estava coberta por uma camada fundida, durante o nascimento do sistema solar”, afirma o pesquisador Mark Kendrick, cientista da Universidade de Melbourne, na Austrália.

Kendrick e seus colegas coletaram rochas de silicato das montanhas da Itália e da Espanha, que já fizeram parte da zona de subducção do manto e que foram posteriormente levantadas pela colisão das placas tectônicas. O silicato é fundamental na pesquisa porque já viajou muito pelo nosso planeta – essas rochas podem ser transportadas a grandes profundidades no manto da Terra pela subdução.

Os pesquisadores analisaram os gases aprisionados nas rochas e descobriram que os gases nobres da atmosfera podem ter sido aprisionados nas rochas quando elas se formaram, perto do fundo do mar.

Mais tarde, essas rochas – e sua carga gasosa – foram subduzidas no manto, formando uma espécie de corrente transportadora de entrega de gases para as profundezas da Terra.

Essas descobertas são importantes para entender como a Terra se formou.

“Nossas descobertas jogam incertezas sobre a recente conclusão de que os gases da Terra foram entregues apenas por meteoritos que colidiram com o planeta. Em vez disso, forças geológicas podem ter puxado gases para dentro de uma Terra em fundição, durante o nascimento do sistema solar”, explica Kendrick. [OurAmazingPlanet]

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Pessoas muito brancas podem ter que tomar vitamina D

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Se você é tão branquinha quanto a Nicole Kidman, preste atenção: você precisa de suplementos de vitamina D.

Segundo pesquisadores britânicos, pessoas de pele muito branca, obviamente, não podem gastar muito tempo no sol sem ficarem queimadas – e isso significa que elas não estão recebendo luz solar suficiente para fazer uma quantidade adequada de vitamina D.

Das 1.200 pessoas estudadas, 730 tinham níveis muito baixos de vitamina D. Os cientistas descobriram que os níveis ideais de vitamina D ocorreram quando os participantes relataram seis horas por dia de exposição ao sol.

A quantidade ideal é 60nmol/L, mas, basicamente, níveis mais baixos significam que você está mais propenso a ter doença de coração, e menos propenso a sobreviver ao câncer de mama se desenvolvê-lo.

Segundo a principal autora do estudo, Julia Newton-Bishop, as pessoas de pele clara que vivem em climas como do Reino Unido (sem muito sol, com dias em sua maioria úmidos e cinzas) estão em um risco especial de nível de vitamina D muito baixo.
Você tomaria suplementos de vitamina D?[MSN]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é estudante de jornalismo, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

@natromanzoti nat@hiperciencia.com Site

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Conheça moléculas que podem alterar sua memória

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A memória foi sempre um dos fatores de estudo mais abstratos do cérebro humano. Como nós somos capazes, afinal, de armazenar as informações que chegam até nós? A resposta para isso é uma verdadeira aula de química, já que há várias moléculas envolvidas no processo. A psiquiatria continua descobrindo, além de novos compostos, novos fatos sobre a memória.

O cortisol é um exemplo das moléculas que estão, segundo estudos recentes, envolvidas com a memória. Conhecido até pouco tempo por seu papel de resposta ao estresse e à adrenalina, esse hormônio esteroide é também capaz de aumentar a memória em curto prazo (aquela que serve para coisas imediatas e não sobrevive a uma noite de sono).

O estresse por si só, contudo, já foi comprovado como fator que dificulta a memória. Isso cria uma situação inusitada: o estresse é ruim para a memória, mas o hormônio produzido por ela é bom. Essa situação sugere, como explicam os cientistas, um delicado equilíbrio entre a lembrança e o esquecimento. Para ter mais pistas sobre como isso funciona, os pesquisadores estão analisando os neurotransmissores.

Médicos que se especializam no mal de Alzheimer estão conhecendo um novo composto químico: a P7C3. Como se trata de uma molécula que protege os neurônios, um tratamento baseado em P7C3 pode amenizar muito a degradação das células nervosas, característica do mal de Alzheimer, e adiar os seus efeitos mais nocivos em pessoas acima dos 60 anos.

O curioso é que os cientistas, apesar de saberem da importância da P7C3, ainda não entendem exatamente como ela funciona. A molécula foi descoberta através de um método de “abordagem indiscriminada”, que consiste de testes de tentativa e erro com outras substâncias similares. Em outras palavras, sabem que a P7C3 funciona, mas não sabem como ela atua.

Muita gente já quis esquecer algo, apagar um ponto da memória. Um futuro onde haverá um medicamento que permite isso não parece impossível, desde a descoberta da molécula “CaMKII”. Trata-se de um composto grande: quimicamente, é uma molécula mil vezes maior que o cortisol ou a P7C3. E o que torna o CaMKII especial é a suposta capacidade de causar esquecimento.

Os testes, por enquanto, foram conduzidos apenas em ratos. Verificou-se que o CaMKII, após ser injetado no cérebro dos roedores em grande quantidade, diminuía a memória de curto prazo dos animais, em experimentos relacionados ao medo em determinada situação.

O problema, no entanto, é o mesmo do cortisol: para que possa ser aplicado, é preciso haver um ponto de equilíbrio que os cientistas ainda desconhecem. Os testes com os ratos mostraram isso claramente, porque a injeção de CaMKII em excesso afetou outros pontos da memória que eles não pretendiam alterar. Se você quisesse esquecer apenas uma situação embaraçosa pela qual passou ontem, por exemplo, acabaria esquecendo também onde mora, se as doses do medicamento não estivessem corretas.

Os médicos tentam enxergar um futuro para essa aplicação, já que o CaMKII é um composto barato e que pode ser produzido em larga escala. Mas é claro que o seu uso por parte dos humanos ainda está em um futuro muito distante, porque ainda há muito a ser descoberto sobre o assunto.

Alguns psicólogos têm se dedicado a imaginar um futuro no qual o CaMKII, por exemplo, estivesse funcionando, e nós já pudéssemos de fato apagar qualquer memória indesejada. Isso pode trazer uma série de consequências sobre as quais há muito que se discutir.

Pondo em termos práticos: você gostaria de apagar a lembrança de um abuso sexual, é claro, mas será que há necessidade de apagar algo menos marcante, como um fim de namoro, um dia ruim no trabalho ou um mau resultado em um teste?

Os cientistas alertam para o fato de que as memórias (inclusive as ruins) ajudam a formar quem somos, a moldar nosso caráter e personalidade. Apagar qualquer memória à nossa escolha poderia, por exemplo, nos fazer sempre menos preparados para enfrentar aquela situação no futuro. Essa e outras consequências, que ainda estão no campo da suposição, precisam de mais estudo para que se faça um perfil do que um medicamento apaga-memória poderia proporcionar. [PopSci] [io9]

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Como almoços controlados podem te ajudar a perder peso

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Quando pulamos uma refeição ou comemos muito pouco para tentar emagrecer, o efeito pode acabar sendo contrário ao desejado. Depois disso, geralmente sentimos mais fome. Mais tarde, podemos acabar comendo um pouco mais… ou até muito mais do que comeríamos normalmente.

Mas existe uma forma de emagrecer e não sentir uma fome voraz depois das refeições, o que pode colocar tudo a perder. Um novo estudo indica que se você almoçar comendo porções controladas de alimentos, pode perder até 11 quilos em um ano.

Pesquisadores monitoraram a dieta diária de 17 voluntários. Eles forneceram um buffet para que os participantes pudessem comer o que quisessem no almoço por uma semana.

No almoço das duas semanas seguintes, metade do grupo teve que escolher apenas uma das seis opções disponíveis no buffet, que eram porções controladas de alimentos, como um prato de macarrão ou de sopa. Eles foram liberados para comer o quanto quisessem nas outras refeições. A outra metade dos participantes do estudo continuaram a comer o que e quanto quisessem do buffet em todas as refeições.

O estudo mostrou que os participantes que comeram porções controladas nos almoços consumiram 250 calorias a menos por dia, e perderam uma média de meio quilo durante as duas semanas.

Ou seja, comer porções controladas nas refeições é uma maneira simples e de baixo custo para reduzir o número de calorias. Em um ano, essa dieta resultaria na perda de pelo menos 11 quilos.

Se você não conseguir comer porções controladas em todos os almoços, fazer isso em alguns dias da semana já ajuda a reduzir o ganho de massa. [LiveScience]

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Terrorismo via Twitter: dois acusados podem pegar até 30 anos de prisão

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Em 1938, o cineasta e autor Orson Welles produziu uma transmissão radiofônica intitulada “A Guerra dos Mundos”. De tão famosa que é essa história, duvido que você não conheça, mas vamos recapitular: a situação retratava um Exército alienígena que ninguém via, mas que, de acordo com a dramatização radiofônica, em tom jornalístico, acabara de desembarcar no nosso planeta.

Isso provocou tamanho pânico nos ouvintes, que muita gente se suicidou, um caos se instalou, e as consequências foram graves. As pessoas acreditaram na ficção, imaginando estar enfrentando uma invasão extraterrestre.

Na Era do Rádio, tudo bem. E qual seria a versão 2011 da Guerra dos Mundos? Se hoje temos o método mais rápido de compartilhamento de informações, a internet e a rede social Twitter são grandes candidatos, não?

Assim entendeu Gerardo Buganza, secretário do Interior do Estado de Veracruz, no México, que afirmou ter ocorrido “terrorismo via Twitter”, provocado por duas pessoas que supostamente espalharam falsos relatos de homens armados atacando escolas e raptando crianças.

Um dos acusados teria tuitado: “Minha cunhada acabou de me ligar chateada, dizendo que sequestraram cinco crianças da escola”. Ambos os réus alegam que apenas repetiram o que viram em outros lugares da internet.

Esses relatos causaram o mesmo pânico de décadas atrás, já que os pais preocupados dirigiram ao redor da cidade para chegar a seus filhos. Ocorreram dezenas de acidentes de carro e as linhas telefônicas de emergência ficaram congestionadas.

As duas pessoas, um professor de escola particular e um apresentador de rádio, agora enfrentam 30 anos de prisão por acusações sob as leis de terrorismo. De acordo com o jornal Guardian, estas são as acusações mais graves de incitar o caos ou a violência através do Twitter até hoje.

Lá em 1938, Welles não recebeu nenhuma punição pela histeria em massa que sua transmissão causou. E você? Acha que as pessoas deveriam ser presas por incitar a violência ou caos usando a internet? Quão séria deveria ser essa punição?[Mashable]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é estudante de jornalismo, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

@natromanzoti nat@hiperciencia.com Site

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Há vida inteligente fora da Terra? Os golfinhos podem ajudar a responder

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Os dicionários definem inteligência, basicamente, como a capacidade de aprender. Mas e quando falamos de vida inteligente fora da Terra? Será que esse conceito se aplica a extraterrestres? E aos animais? Um golfinho, por exemplo, não pode ser considerado inteligente? A agência americana SETI, especializada em procurar vestígios de vida fora do nosso planeta, resolveu tentar responder essas questões.

Uma das questões básicas, segundo os cientistas, é justamente definir o que se considera inteligência. Embora a definição simplista de “capacidade de aprender” predomine, há quem diga que é necessário mais; um ser inteligente deve aprender, fazer relações e tirar conclusões, analisar ideias complexas e resolver problemas. A faceta prática dessas ideias é o que se chama “tecnologia”: aplicar as ideias materialmente. Logo, segundo essa definição, achar vida inteligente fora do planeta significa encontrar seres que possuam e apliquem tecnologia.

Um conceito psicológico de inteligência, segundo pesquisadores da Universidade de Oxford, é mais “humanizado”. Não se trata apenas de saber produzir tecnologia, porque é preciso mais do que um cérebro para isso. Os golfinhos, por exemplo, podem ser considerados inteligentes, mas não podem produzir tecnologia porque não têm braços para isso (em uma definição mais prosaica, não têm o polegar opositor).

Alguns animais, e os golfinhos são o exemplo mais recorrente, têm exatamente o que a Universidade de Oxford define como inteligência. Para eles, um ser inteligente reúne três condições básicas: ideia de altruísmo (basicamente, reciprocidade nas atitudes, noções de causa e efeito na relação com seus semelhantes), “política” (noções de agrupamentos, divisões e lideranças) e empatia (a grosso modo, capacidade de ter e interpretar emoções, a sua e dos demais). Em sociedades no reino animal, tais habilidades são frequentemente demonstradas.

O que chama atenção dos pesquisadores quanto a golfinhos, no quesito inteligência, é a comunicação. Testes no passado já comprovaram que golfinhos são capazes de compreender e interpretar cerca de 50 comandos dados em inglês. Nós, humanos, por outro lado, não fazemos a mínima ideia do que significa a “linguagem” de ondas com a qual os golfinhos se localizam e se comunicam. Mas este conceito de linguagem também é discutível, segundo os cientistas.

O que os pesquisadores esperam, portanto, é fazer uma ponte entre a nossa comunicação e a dos golfinhos. De acordo com uma técnica aceita pelo SETI, chamada de “teoria da informação”, toda comunicação pode ser simplificada, visual ou auditivamente, a uma espécie de logaritmo de bits (algo como a linguagem do 0 e 1) da computação.

No cérebro humano, segundo essa tese, há um padrão unificado que permite o aprendizado de linguagens, e animais como o golfinho dispõem exatamente do mesmo recurso. Assim como nós, eles têm a capacidade de organizar informações soltas e fazê-las ter sentido para eles. Sabem também aplicá-las segundo suas necessidades, que no caso dos golfinhos é se comunicar à distância debaixo da água.

Como isso poderia ajudar a achar extraterrestres?

Essa teoria assume que humanos e golfinhos, no fundo, teriam um mesmo padrão de comunicação, que apenas se manifesta de maneiras diferentes. Assumindo isso como uma possibilidade, cientistas do Instituto Tecnológico da Geórgia (EUA) estão se dedicando a uma missão inusitada: construir um tradutor de “golfinhês” para uma linguagem conhecida pelos humanos. Os primeiros testes reais com essa máquina, que já está em desenvolvimento, são previstos para 2012.

A ideia, na teoria, é simples. Analisar ações e reações dos golfinhos, gravando os sons que eles emitem, e tentar converter a comunicação para um padrão mensurável por computador. O passo seguinte, nessa tarefa, seria mensurar a linguagem humana sob estes moldes e tentar unificar ambas as linguagens sob esse padrão (não se trata de “humanizar” os golfinhos, apenas decodificar a linguagem).

O princípio básico da teoria, formulada pelo SETI, afirma que tal habilidade de comunicação é o que caracteriza inteligência. Na busca por vida inteligente fora da Terra, seria possível usar esse padrão para rastrear vestígios de comunicação universo afora. É claro que isso depende de muitas variáveis, mas os cientistas imaginam algo como um sensor colossal que capte sinais de comunicação pela galáxia, como se fosse uma antena de rádio.

O problema (antes mesmo de pensar em quão difícil será decodificar a linguagem dos golfinhos através de um computador, transformar isso em um código que sirva para tradução humana e construir um sensor que capte essas transmissões no espaço), a princípio, é paradoxal.

Se o universo é realmente cheio de relações sociais e comunicações, como no mundo dos golfinhos, mas tais formas de vida espaciais não podem produzir tecnologia, como os golfinhos, estamos no escuro. As vidas inteligentes podem estar por aí, espalhadas no espaço, mas não seremos capazes de detectar. [LiveScience]

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Morcegos vampiros podem salvar pacientes de derrame

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Atualmente, os pacientes que sofrem da maioria dos tipos de acidentes vasculares cerebrais (derrames) precisam tomar injeções anticoagulantes dentro de quatro horas do ataque para o tratamento funcionar.

Mais de 80% dos acidentes vasculares cerebrais ocorrem quando o suprimento de sangue para por causa de um coágulo no cérebro. Este tipo de acidente vascular cerebral, chamado de isquêmico, pode responder a injeções de anticoagulantes.

Um segundo tipo de ataque, chamado de acidente vascular cerebral hemorrágico, ocorre quando um vaso sanguíneo enfraquecido estoura e causa danos ao cérebro. Cirurgia de emergência é muitas vezes necessária para tratar derrames, a fim de remover o sangue do cérebro e reparar a ruptura dos vasos sanguíneos.

Agora, um novo estudo descobriu que um medicamento derivado da proteína da saliva dos morcegos vampiros pode ter o mesmo efeito da injeção anticoagulante por até nove horas. Uma droga derivada da substância pode diluir o sangue e dissolver coágulos no cérebro, salvando vidas e limitando os danos causados por derrames.

A droga, chamada Desmoteplase, pode ser dada a pacientes que sofreram um derrame enquanto estiverem adormecidos, para depois acordar horas mais tarde.

Morcegos vampiros foram escolhidos porque usam sua saliva para manter o sangue de suas presas fino o suficiente para beber.

Com 40 hospitais e mais de 400 pacientes participando da pesquisa, o tratamento está em seus estágios iniciais, mas se for bem, pode ser usado em larga escala dentro de três anos.

Pesquisadores que realizaram um estudo anterior menor disseram que a droga se mostrou promissora, “o maior avanço” no tratamento de acidente vascular cerebral em duas décadas.[Telegraph]

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Óculos biônicos podem ajudar pessoas com deficiência visual

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Tecnologias encontradas em smartphones e consoles de jogos estão sendo utilizadas para uma finalidade nobre: fazer com que pessoas que perderam parcialmente a visão enxerguem melhor. Tudo isso para criar um óculos biônico, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Oxford. Com ele, pessoas com deficiência visual não dependerão de cães guias.

Os óculos hi-tech contêm detectores de posições, possibilitam reconhecimento facial e tem um software de rastreamento que permite ao usuário distinguir os objetos na frente dele. Os óculos não servem para qualquer tipo de cegueira, apenas em casos comuns que não acabam com a visão em sua totalidade, como problemas visuais relacionados à degeneração macular – que vem com a idade – e a retinopatia diabética.

Esses problemas de visão permitem que a pessoa reconheça a própria mão se movendo em sua frente, mas não identificam os dedos com precisão. Com os óculos, pessoas com deficiência visual podem se tornar mais independentes, identificando o ambiente por elas mesmas.

Os óculos funcionam através do uso de câmeras de vídeos nas laterais que capturam as imagens para os lados em que estão sendo direcionadas, enquanto um display LED embutido nas lentes dá informações sobre os objetos, pessoas ou qualquer obstáculo que esteja à vista.

O display emite diferentes luzes dependendo dos tipos de informações coletadas. Por exemplo, diferentes cores distinguem pessoas de objetos. O ajuste de brilho pode facilitar a identificação dos objetos.

Os óculos devem ser discretos, para integrar o deficiente bem na sociedade, e apresentar uma imagem simplificada para as pessoas com baixa visão. Embora eles ainda estejam em fase de desenvolvimento, estima-se que serão vendidos por pouco mais de mil reais, enquanto um cão guia custa entre 55 e 66 mil reais.[Telegraph]

Stephanie D’Ornelas é estudante de jornalismo, adora um café e um bom livro. Se interessa por cultura e gosta de saber o que está rolando na política e na sociedade. Também escreve para o Jornal Comunicação da UFPR.

@stehdornelas stephanie@hiperciencia.com Site

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